Sexta-Feira, 15 de Dezembro de 2017
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Arquivo da Categoria ‘Informática’

Internet2, Géant? Segunda-feira, 29 de Agosto, 2011

alfredofotoOs princípios e propósitos da Internet2 e a Géant assentam na necessidade da constante pesquisa e desenvolvimento para mais e melhor largura de banda disponibilizada pelas redes de telecomunicações.
Estes dois projectos foram concebidos e desenvolvidos pelos Estados Unidos da América (internet2) e pelos países pan-europeus (Géant).
   A Internet 2 foi pensada para o desenvolvimento de tecnologias e aplicações avançadas de redes Internet para as comunidades académicas e de pesquisa. Este projecto envolve um grande número de universidades norte-americanas, instituições governamentais e indústria, visa sobretudo o desenvolvimento de novas aplicações como teleconferências de várias áreas, e-learning, bibliotecas digitais, laboratórios virtuais, entre outras que não são viáveis com a tecnologia da Internet actual e as suas taxas de transferência.  A rede GÉANT é uma infra-estrutura de comunicações pan-europeia através da qual são disponibilizados serviços avançados às redes nacionais de investigação e ensino (NREN- National Research and Education Network) dos países europeus.
Os objectivos fundamentais desta rede prendem-se com a necessidade de disponibilizar mais-valias á sociedade através de comunidades de pesquisa e desenvolvimento pela Europa de modo a conseguirem uma melhor colaboração. Pretende-se expandir o núcleo da rede (backbone) interligando várias NREN’s com ligação de alto débito, assim como o desenvolvimento de aplicações e serviços de suporte a essas redes.
Este projecto visa também a investigação de tecnologias imergentes que irão ajudar a moldar o futuro da internet.

by Alfredo_Ferro

O que é Multimédia? Domingo, 10 de Julho, 2011

alfredofotoExistem vários conceitos de multimédia, a definição geral mais aceite é que a multimédia é a combinação controlada por computador de vários tipos de informação em que existe pelo menos um meio estático e um meio dinâmico.
O texto, as imagens, os gráficos, o vídeo, o áudio ou mesmo as animações são os tipos de multimédia mais usuais e com que lidamos no dia-a-dia.
Estes tipos de multimédia podem ser classificados como:

- Sintetizados ou criados por computador (texto, gráficos, animações)

- Capturados devido a virem do mundo real (imagens, vídeo e áudio)

- Estáticos porque envolvem apenas a dimensão espacial e são independentes do tempo.

- Dinâmico porque o tempo faz parte do seu conteúdo (tipo de multimédia que consiste numa reprodução continua ou temporal).

Um sistema multimédia caracteriza-se por representar sob a forma digital informação onde a interface oferecida pode permitir algum tipo de interactividade. Existe pelo menos um meio dinâmico e um estático controlado por computador. No caso de existirem sistemas que estimulem várias percepções passamos a um sistema multimodal ou multissensorial, que na essência é um sistema multimédia que estimula vários sentidos do ser humano (visão, audição, tacto, paladar ou olfacto).
Uma aplicação multimédia não é mais de que um software ou programa informático que combina, reproduz e controla os conteúdos ou os tipos diversos de média (ex: jogos interactivos, aplicações de realidade virtual, aplicações de educação ou mesmo aplicações de informação ao público).

Vídeos interessantes que nos dão a conhecer a Multimédia multissensorial:

(Parte I)

http://www.youtube.com/watch?v=MDFKYrSJefc

(Parte II)

http://www.youtube.com/watch?v=mzKmGTVmqJs

OU

Procurar no Google por: Pranav Mistry videos

by Alfredo_Ferro

Máquinas Virtuais Quinta-feira, 16 de Junho, 2011

Basta instalar um software que simula máquinas virtuais e depois o sistema operativo á escolha.
http://www.virtualbox.org/
http://www.vmware.com/products/player/

O conceito é simples:

Experimentar vários sistemas operativos sem necessidade de alterar o já existente, basta criar uma máquina virtual que fica dentro de uma pasta.
Cada máquina virtual trabalha como um PC completo, com acesso à BIOS e a dispositivos como o CD-ROM, drive de disquetes ou mesmo USB.
Os arquivos são armazenados em “discos virtuais” e cada sistema operativo pode ter uma configuração de rede distinta, com IP próprio.
As máquinas virtuais acedem à rede como um PC normal permitindo navegar na internet, criar servidores Web, correr programas P2P dentro da máquina virtual, sem comprehend a segurança do sistema principal.

Assim consegue-se instalar e testar novo software, jogar e trabalhar com as várias versões do Windows (NT 4.0, 2000, XP, Server 2003, Vista, Windows 7), DOS/Windows 3.x, Linux (2.4 and 2.6), Solaris e OpenSolaris, OS/2, e OpenBSD.

Top downloads das distribuições Linux actualmente disponiveis para Download:

Ubuntu 11.04
Kubuntu 11.04
Fedora 15
Debian 6.0.1a
openSUSE 11.4
Linux Mint 11
PCLinuxOS 2010.12

Distribuições Linux personalizadas por área de interesse:

Fedora Spins:
http://spins.fedoraproject.org/

Ubuntu Studio:
http://ubuntustudio.org/

by Alfredo_Ferro

Realidade Aumentada Terça-feira, 17 de Maio, 2011

Realidade aumentada (RA) ou “Augmented Reality” pode ser definida como a combinação de objectos virtuais criados em computador com imagens reais de preferência em tempo real.

Estes objectos podem ser desde desenhos, objectos 3d ou mesmo animações.

Todos estes objectos são programados com antecedência de forma a permitir algum tipo de interação (prevista) mas não de controle.

Hoje em dia existem numerosas aplicações para esta tecnologia, desde a apresentação de novos modelos de carros, campanhas de marcas de cereais, jogos de computador, passando por aplicações de telemóveis para localização, tracking e georeferência, até ao reconhecimento facial humano, tudo o que junte objectos virtuais com imagens reais pode ser combinado com esta tecnologia.

O que é preciso para a RA?

São necessários 3 componentes básicos para a existência de RA:

-Elemento real com algum tipo de marca ou símbolo que possibilite o reconhecimento do objecto virtual.

-Câmera ou dispositivo capaz de transmitir a imagem do elemento real.

-Software capaz de interpretar o sinal transmitido pela câmera ou dispositivo.

O processo da Realidade Aumentado segue os seguintes passos:

-Coloca-se o elemento real em frente à câmera, para que ela capte a imagem e transmita ao equipamento que fará a sua interpretação.

-A câmera capta a marca ou simbolo e envia as imagens em tempo real para que o software processe o objecto virtual.

-O software já estará programado para devolver algum determinado objecto virtual, dependendo do elemento real (marca ou simbolo) que for captado pela câmera.

-O dispositivo de saída (Tv, monitor, lcd) exibe o objecto virtual em sobreposição ao real dando a sensação de coexistirem num ambiente único.

Site para explorar e experimentar o conceito de RA:

http://www.realidadeaumentada.com.br/home/

Exemplo via site do jogo para PSP “inviZimals”:

http://www.invizimals.com/home.php?locale=pt_PT

by Alfredo_Ferro

O que é o Software Livre? Terça-feira, 26 de Abril, 2011

alfredofotoA filosofia do Software Livre é baseada na livre troca de conhecimentos e de pensamentos, na maior parte das vezes encontra-se nas áreas cientificas. Tal como as ideias, os programas de computador não são tangíveis e podem ser copiados sem perdas. A sua distribuição é a base de um processo de evolução que alimenta o desenvolvimento do pensamento e da tecnologia.

No inicio dos anos 80, Richard M. Stallman foi o primeiro a formalizar esta filosofia de software sobre a forma de quatro liberdades:

1ª - A liberdade de executar o software, para qualquer uso.

2ª - A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades.

3ª - A liberdade de redistribuir cópias.

4ª - A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que a comunidade inteira beneficie da melhoria.

O software que segue estes quatro princípios é chamado de “Software Livre” (ou Free Software).

“baseado em parte de um texto original de Georg C.F. Greve, Presidente da Free Software Foundation Europe”

by Alfredo_Ferro

O que é o ‘Cloud computing’? Quinta-feira, 17 de Março, 2011

Existem diversas definições que são utilizados para descrever o conceito de “Cloud computing”, ou “computação na nuvem”.

De uma forma geral, e simplificada, entende-se por “Cloud computing” a disponibilização de um conjunto de recursos de computação combinada e serviços entregues pela internet, quando o diagrama de relações entre todos os elementos se assemelha a uma nuvem.

O “Cloud computing” não deve ser confundido com “Grid computing”, “Utility computing”, ou outras formas de computação actualmente disponíveis.

O conceito envolve a interacção de vários recursos virtualizados, que interligados entre si permitem partilhar informação ao nível de tráfego do site em toda a rede. O serviço é geralmente disponibilizado como um serviço através da Internet, sob a forma de infra-estrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS), ou software como serviço (SaaS).

O acesso a este tipo de infra-estrutura, liberta os clientes de elevados investimentos para a aquisição de equipamentos, gestão e manutenção dos mesmos, por de forma a manter e escalar a infra-estrutura física e humana necessária para lidar com flutuações drásticas de tráfego.

Em vez de ter de investir tempo e dinheiro para manter os seus sites ou aplicações, num ambiente de “Cloud-computing” os clientes pagam simplesmente pelos recursos que utilizam.

Esta característica, bem como a sua elasticidade significa que os clientes já não precisam de prever o tráfego, mas podem promover os seus sites de forma agressiva e espontânea, sendo os recursos necessários alocados automaticamente, em função das necessidades dos serviços de cada cliente sempre que necessário.

O que permite por exemplo responder, a situações em que se registem elevados picos de tráfego, podendo desta forma responder em tempo real, e sem qualquer tipo de intervenção por parte do cliente, a pedidos tanto de milhares como de milhões de utilizadores do seu site ou serviço on-line, sendo os recursos como largura de banda, armazenamento, etc. escalados em função das suas necessidades.

in “2010 mozzaic - cloud services”

by Alfredo_Ferro

INTRODUÇÃO AO HTML: Quinta-feira, 10 de Fevereiro, 2011

alfredofotoA linguagem de HTML (hypertext markup language) é conhecida e adoptada á bastante tempo em páginas de internet.
Entre 1989 e 1990 Tim Berners-Lee e outras pessoas “inventaram” a internet, mais precisamente a World Wide Web, o HTML (hypertext markup language), o protocolo de transferência de dados HTTP (HyperText Transfer Protocol) e os URLs (Universal Resource Locators).
A linguagem HTML é a linguagem usada para criar documentos (vulgo páginas) para a internet. É usada para definir a estrutura, os objectos e elementos e a aparência de uma página Web.
A linguagem HTML ou código HTML pode ser escrita com um simples editor de texto.
O HTML como linguagem que é, trabalha com tags e atributos específicos a cada tag.
Os utilizadores ou visualizadores de páginas não vêem esta sintaxe ou a linguagem em si porque está escondida, o que vêem é o resultado dos comandos que o conjunto de código define.
A primeira versão do HTML foi anunciada e publicada em Junho de 1993 por Tim Berner’s (atrás referido como o principal inventor do HTML) .
Actualmente Tim Berner’s é o director da World Wide Web Consortium (W3C) que é um “grupo” que determina e gere os standards técnicos da Web.
Com o aparecimento do HTML, foi necessário criar softwares que conseguissem interpretar o código de modo a ser possível a sua visualização.
As companhias de software viram um nicho de mercado emergente e assim começou a guerra dos browsers, tanto a nível comercial como a nível de interpretação do código.
Cada companhia tentava acrescentar novos elementos de HTML e chegou-se a um ponto que ainda hoje em dia subsiste, o que aparece num browser, em outro browser o mais provável é aparecer com um aspecto e funcionalidade diferente.
Para tentar regulamentar e standarizar o código HTML nasceu uma organização chamada de World Wide Web Consortium (W3C) que trabalhava a fundo para a sua regulamentação. Durante os finais dos anos 90 a W3C publicou várias recomendações que representaram as versões oficiais do HTML.
A primeira versão oficial do HTML, o HTML 2.0 saiu em Novembro de 1995.
O HTML 3,2 em Janeiro de 1997, o HTML 4.0 em Dezembro de 1997 e o HTML 4.01 em Dezembro de 1999.
O HTML 5 ainda é uma especificação em fase de desenvolvimento e aperfeiçoamento sem data incerta para a sua publicação.

by Alfredo_Ferro

Linux vs Windows, concorrentes ou complementares? Sexta-feira, 10 de Dezembro, 2010

Ao verificarmos a evolução das versões lançadas pelas duas “marcas” notamos algo interessante.
O Windows cada vez mais tenta associar o seu ambiente gráfico e amigável com um “motor” robusto e fiável á semelhança do Linux.
Por outro lado o Linux com um “motor” já relativamente robusto tenta associar cada vez mais um ambiente gráfico muito parecido com o Windows, casos disso são o ambiente Gnome ou KDE.
A convergência é óbvia. Assim poderá se dizer sem grande profundidade técnica que tanto um como outro tem pontos positivos.
Outra característica muitas vezes que serve como rótulo ou bandeira para os SOs é o custo que necessariamente está sempre presente.
É verdade que o Windows tem um custo associado. É verdade que o Linux tem distribuições gratuitas, mas também é verdade que para o Windows o custo tem incluído ajuda de suporte enquanto no Linux o suporte é pago.
Estratégias de mercado diferentes. A realidade e a grande diferença é que no geral para o mercado empresarial e doméstico procura-se mais o Windows, e para o nicho de mercado dos entusiastas da “programação” e algum sector empresarial utiliza-se mais o Linux.
O Windows devido ás suas características “Plug and Play” não de hardware mas de utilização, onde após a instalação se começa logo a trabalhar com um ambiente familiar mas rígido e fechado.
O Linux devido ás suas várias configuração especificas que requerem muito trabalho técnico inicial mas depois pouco de manutenção e monitorização. Além sendo um SO “aberto”, novos suplementos podem ser adicionados ou melhorados sendo flexível por natureza, podendo ser alterável para fins específicos.

by Alfredo_Ferro

O que é o CAD/CAM? Sexta-feira, 15 de Outubro, 2010

A sigla CAD (Computer Aided Design - Desenho Assistido por Computador) foi utilizado pela primeira vez no inicio dos anos 60 pelo pesquisador do Massachussets Institute of technology (M.I.T) Ivan Sutherland.
O termo CAD pode ser definido como o processo de utilização de técnicas gráficas computadorizadas, através de programas (software) de apoio de forma a auxiliar o desenho dos vários componentes de um ao projecto.
Por sua vez, a sigla CAM (Computer Aided Manufacturing - Fabricação Assistida por Computador) refere-se a todo e qualquer processo de fabricação controlado por computador. A sua origem remonta ao desenvolvimento de máquinas controladas numericamente (C.N.C) no final dos anos 40 e inicio dos 50.
Quando estas máquinas começaram a ser controladas por computador, no fim dos anos 50 inicio dos 60, surgiu o termo C.N.C. Actualmente a sigla (CNC) engloba diversos processos automáticos de fabricação, tais como; fresagem, torno, oxicorte, corte a Laser, entre outros.
Assim sendo, o termo CAM é empregado para todas estas variantes e para qualquer outra que possa eventualmente surgir.
A tecnologia CAD/CAM corresponde à integração das técnicas CAD e CAM num sistema único e completo. Isto significa, por exemplo, que pode-se projectar um componente qualquer no computador e transmitir a informação por meio de interfaces de comunicação entre o computador e um sistema de fabricação. Deste modo o componente pode ser produzido automáticamente numa máquina CNC.
Podemos dizer que actualmente este conceito de sistema integrado de projecto e fabricação assistido por computador corresponde ao conceito de CIM (Computer Integrated Manufacturing - Fabricação Integrada por Computador), cuja base teve inicio na década passada com o objectivo de aumentar a produtividade industrial.
Por outro lado, deve-se realçar que a chave do processo produtivo reside na integração global através de uma Base de Dados que seja comum ao projecto e á fabricação.

by Alfredo_Ferro

Listas de Controle de Acesso (ACL) - Access Lists Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

Os administradores de rede devem encontrar uma maneira de negar o acesso não desejado à rede e, ao mesmo tempo, permitir que os utilizadores internos tenham acesso adequado aos serviços necessários. Apesar da utilidade das ferramentas de segurança, tais como senhas, equipamento de callback e dispositivos físicos de segurança, elas não possuem a flexibilidade da filtragem básica de tráfego e os controles específicos que a maioria dos administradores desejam.
Por exemplo, um administrador de rede talvez queira permitir que os usuários acedem a Internet, mas não permitir o acesso via Telnet de utilizadores externos para a LAN.
Os routers fornecem recursos básicos de filtragem com as listas de controle de acesso (ACLs) como o bloqueio de tráfego da Internet.
Uma ACL é uma lista sequencial de instruções de permissão ou de recusa que se aplica a endereços ou a protocolos das camadas superiores.
Assim fazendo parte de uma solução de segurança são utilizadas as ACLs padrão ou estendidas como meio de controle do tráfego na rede aplicadas ás interfaces do router.
As ACLs podem ser tão simples como uma única linha cuja finalidade seja permitir pacotes de um host específico ou podem ser conjuntos extremamente complexos de regras e condições que podem definir o tráfego e moldar o desempenho dos processos do router de maneira precisa.

by Alfredo_Ferro

DNS (Domain Name System) Sexta-feira, 21 de Agosto, 2009

 

A Internet foi construída com base num esquema de endereçamento hierárquico.
Este esquema permite que o roteamento tenha por base classes de endereços, e não endereços individuais.
O problema que isso cria para o utilizador é a associação do endereço correto ao site da Internet.
É muito fácil esquecer um endereço IP de um determinado site, porque não há nada que permita a associação do conteúdo do site ao seu endereço.
Imagine a dificuldade de lembrar-nos de dezenas de endereços IPs, centenas ou até mesmo milhares de sites como na Internet.
Um sistema de nomes de domínio foi desenvolvido para associar o conteúdo do site ao seu endereço.
O Domain Name System (DNS) é um sistema usado na Internet para converter nomes de domínios e seus nós de rede anunciados publicamente em endereços IP.
Um domínio é um grupo de computadores associados pela sua localização geográfica ou pelo seu tipo de negócio. Um nome de domínio é uma cadeia de caracteres, números ou ambos.
Normalmente, um nome ou uma abreviação que represente o endereço numérico de um site na Internet forma o nome do domínio.

by Alfredo_Ferro

Sneakernet Terça-feira, 14 de Julho, 2009

sneakersAs empresas no início dos anos 80 investiram em computadores como dispositivos autónomos
que ás vezes vinham acompanhados de impressoras.
Quando os trabalhadores que não tinham impressoras queriam imprimir documentos, tinham que copiar seus arquivos em disquetes (hoje usa-se pen’s usb), levá-los até ao seu colega de trabalho, copiar o(s) trabalho(s) para o PC do colega e então fazer a impressão.
Esta versão bastante rústica de rede mas ainda usada hoje em dia tornou-se conhecida com “Sneakernet”.

Considerações sobre HTTP Segunda-feira, 15 de Junho, 2009

htmlO HyperText Transfer Protocol (HTTP) opera na World Wide Web, que é a parte da Internet que tem crescido mais rapidamente e a mais usada. Uma das razões principais do extraordinário crescimento da Web é a facilidade com que ela permite acesso às informações.
Um navegador da Web é uma aplicação cliente, o que significa que, para funcionar, exige um componente de cliente e um componente servidor.
Um navegador da Web apresenta os dados em formatos multimédia nas páginas Web que usam texto, figuras, som e vídeo.
As páginas Web são criadas com uma linguagem de formato chamada Linguagem de marcação de hipertexto (HTML).
A HTML direcciona um navegador da Web em uma determinada página da Web a produzir a aparência da página de uma maneira específica. Além disso, a HTML especifica locais para a colocação de textos, arquivos e objectos que serão transferidos do servidor Web para o navegador da Web.
Os Hiperlinks facilitam a navegação na World Wide Web.
Um Hiperlink é um objecto, palavra, frase ou figura numa página da Web.
Quando esse Hiperlink é clicado, direcciona o navegador para uma nova página da Web. A página da Web contém, frequentemente oculta na sua descrição HTML, um local de endereço conhecido como Localizador Uniforme de Recursos (URL).
No URL http://www.fialhoferro.com/xyz/, a parte “http://” informa ao navegador que protocolo deve ser usado. A segunda parte, “www.fialhoferro.com“, é o nome do host ou o nome de uma máquina específica num endereço IP específico. A última parte, /xyz/, identifica o local específico na pasta do servidor que contém a página da Web padrão.
Um navegador da Web normalmente abre uma página inicial ou “home page”.
O URL da home page já foi armazenado na área de configuração do navegador da Web e pode ser alterado a qualquer momento. Na página inicial pode-se clicar em um dos hiperlinks da página Web ou de digitar uma URL na barra de endereços do navegador. O navegador da Web examina o protocolo para determinar se ele precisa de abrir outro programa e determina o endereço IP do servidor Web usando DNS. Em seguida, as camadas de transporte, de rede, de enlace e física trabalham em conjunto para iniciar uma sessão com o servidor Web. Os dados transferidos para o servidor HTTP contêm o nome da pasta do local da página da Web. Os dados também podem conter um nome de arquivo específico de uma página HTML. Se nenhum nome for fornecido, deve ser usado o nome default conforme especificado na configuração do servidor.
O servidor responde à solicitação enviando ao cliente da Web todos os arquivos de texto, audio, vídeo e de figuras especificados nas instruções HTML. O navegador cliente reagrupa todos os arquivos para criar uma visualização da página da Web e, depois, termina a sessão.
Se outra página localizada no mesmo servidor ou em outro for clicada, o mesmo processo será executado novamente.

por Alfredo Ferro

Informática Quarta-feira, 13 de Maio, 2009

informaticaRecentemente adquiriu-se uma impressora/copiadora digital Xerox DocuColor para produzirmos uma vasta gama de aplicações digitais a cores e obtermos a produtividade e qualidade de imagem profissional de que necessitamos.

Juntamente com a máquina adquiriu-se também um servidor a cores em rede EFI® Fiery® para podermos contar com cores de nível mundial e um fluxo de trabalho superior.

Eis algumas caracteristicas do controlador EFI® Fiery de rede:
- O ColorWise® proporciona extraordinárias ferramentas de gestão de cores para gerar cores exactas e precisas a partir de todas as aplicações, plataformas e formatos.
- O Command WorkStation® 4.5 facilita a programação, a monitorização e a gestão de fluxos de trabalho.
- A utilização de dados variáveis, permite personalizar os trabalhos à medida de uma audiência específica com textos, fotografias e grafismos distintos.
- O EFI® Fiery® Scan permite converter documentos impressos em digitais para depois imprimir e integrar noutro documento, correio electrónico ou converter em ficheiros de vários formatos.
- Criação de booklets com base em Fiery® Driver 3.0 para agrafamento na linha do vinco, Perfect and Gang-Up para finalização off-line.

Mais informações em: http://www.xerox.pt/

por Alfredo Ferro

Estatísticas do site fialhoferro.com Terça-feira, 21 de Abril, 2009

A Fialho Ferro, Lda. faz todos os meses uma análise das estatísticas relacionadas com o trafego do seu site situado no endereço www.fialhoferro.com.
Para quem possui uma página web, analisar os dados que são recolhidos pelo servidor sobre o “consumo” do  site, é uma tarefa  importante para melhor compreender a rentabilidade  deste recurso no qual se investiu.

Segue-se a análise para o passado mês de Março:
- o site teve mais visitas do que no mês de Fevereiro, um total de 441 visitas de utilizadores distintos.
- O site é mais consultado às quartas e quintas-feiras, sendo que é ao fim-de-semana que se regista uma menor afluência de utilizadores ao  site.
-Os utilizadores, à semelhança dos meses anteriores, continuam a fazer mais visitas em horário laboral.
- O número de visitas realizadas ao  site continuam a ser feitas, na sua esmagadora maioria, a partir de Portugal, seguindo-se os Estados Unidos,  Brasil, Grã-Bretanha e Espanha, respectivamente.
-77% das visitas foram realizadas  inserindo o endereço www.fialhoferro.com directamente no browser; 20% através dos motores de pesquisa e 2,5% através de outras páginas web.
-Das pesquisas efectuadas nos motores de pesquisa, foram utilizadas, na sua maioria as palavras “expositores” e “fialhoferro” para chegarem até nós.

 
 
 
 
 
 

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