Domingo, 22 de Abril de 2018
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Julho- 2009 Terça-feira, 14 de Julho, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101por José Fialho Ferro

Este mês de Julho vai obrigar-nos a mais uma vez termos de nos referir ao”famigerado”112.
 Isso mesmo.  O tal número de emergência médica, que de emergência tem o número, ou talvez algo mais  em função dos “técnicos” de serviço em atendimento.
 Mas a que se deve desta vez outra referência ao C.O.D.U.
 Ao mesmo, que um interminável número de cidadãos deste País, se queixam diariamente e que pelos vistos, o autismo de quem decide, muita vez mal, faz com que não dêem ouvidos a quem devem, neste caso os cidadãos e as corporações de Bombeiros, sobretudo de província. Estes é que têm o contacto de proximidade e poderão socorrer com a brevidade que as situações exigem.
 Vem isto a propósito com o que se passou com uma nossa colaboradora, que numa destas noites, de domingo para segunda-feira, por volta da meia-note, estando sozinha em casa com sua mãe, (o pai trabalha por turnos) vê a mãe a sentir-se mal  e com perdas sucessivas dos sentidos (desmaiar). Liga aflita para o 112, (assim a ensinaram) e sentiu uma das maiores desilusões da sua ainda curta vida.
          Quem a atendeu,  pergunta-lhe o que a sua mãe tinha, ao que ela respondeu.
           Dizem-lhe do outro lado da fria linha telefónica : - Não é caso de vida ou de morte, pelo que deve transportar a sua mãe pelos seus próprios meios ou chamar os bombeiros.! 
 Como diria o saudoso Fernando Pessa, -  e esta hem…….!
 –Senhora Ministra da Saúde, por favor trate da saúde a quem tão mal trata quem necessita dos serviços pagos por todos nós e que pelos vistos, só a alguns serve e altere o actual e desadequado funcionamento dos serviços do 112.

Junho Segunda-feira, 15 de Junho, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101
por José Fialho Ferro

Em Junho de 2008 já escrevíamos, na nossa crónica mensal, que o tempo aquecia e a temperatura económica/financeira do País estava fria.
  Em Junho de 2009, as alterações têm sido para pior. Enfim, é o País e os dirigentes que temos, e quiçá, merecemos. Cá teremos que continuar com o eterno “fadinho”, cala e consente.
 Mas hoje, apetece-me recuar a l966/67/68.
 Em Junho de 1966, estava destacado como electricista no Ministério do Exército,   em Lisboa, quando fui mobilizado para a Guiné, com embarque imediato, que só se efectivou em 23 Agosto, com chegada a Bissau a 3 de Setembro.  Fazia (e fiz) anos a 26 de Agosto, passados no convéns do Alfredo da Silva, barco de carga adaptado ao transporte da “carne para canhão” para a Guiné.
 Como cabo especialista de Engenharia, (electricista), fui colocado em Brá no Batalhão de  Engenharia Ben 337.
 Em meados de Setembro foi a primeira saída para o mato, para electrificar o K 3. Ficava a 3 quilómetros de Farim  no meio da mata do Biribon, zona de treino do PAIGC, para lá do rio Geba, se não me engano, o qual só se atravessava de piroga e em que se tinha de transportar todo o material, 
 Todos os dias tinha de sair um pelotão a “picar” a estrada e montar guarda, recolhendo ao anoitecer ao aquartelamento. Foi o baptismo de fogo no dia da inauguração da luz eléctrica, alimentada a gerador Líster.
  Que extraordinária companhia de homens.  Dias antes de nós chegarmos tinham tido um ataque terrível.
 No dia da inauguração da “luz”, dado que até essa data, a iluminação exterior era feita por petromax, que de 30 em 30 minutos tinham de ser alimentados (dar ar) pelo Cabo de serviço, no perímetro do aquartelamento que se dispunha em quadrado, protegido por três fiadas de arame farpado com garrafas de cerveja ou latas lado a lado, como sinal de alarme, fez-se a festa com  comes e bebes (muito) músicas e cantares e todo o tipo de libertação folgazã que se possa imaginar.
 Durou 15 minutos! Após estes minutos foi tiro ao alvo às lâmpadas feito pelo “inimigo”.
 Impressionante! Hoje, a esta distância temporal!  Os vapores do álcool desapareceram, a corrida aos abrigos, simultaneamente caserna, paiol, capela, enfermaria, o pegar nas G3, o começar fogo e despejar carregadores para o inimigo invisível, com o agravamento que de Farim as nossas tropas para nos protegerem disparavam morteiradas, que em vez de nos defenderem, caiam dentro do nosso aquartelamento. Durou este inferno, cerca de meia hora. Foi um teste à novidade da luz eléctrica. Após este tempo, mais ou menos, foi voltar à farra até romper a manhã.
  Mais histórias teríamos para contar sobre a Guiné e os homens que para lá foram mandados, mas o melhor será continuarmos em Julho. Até lá, se cá continuarmos !

Maio Quarta-feira, 13 de Maio, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101por José Fialho Ferro

O ano passado, dizia que Maio é o Mês das rosas e de Maria.
 Bom, a verdade é que não nos devemos repetir e a entrega desta crónica já está atrasada.
 Também é verdade que não sabia o que iria escrever, pois que nada me ocorria.
 Todavia, ocorreu-me o conhecimento  de situação que infelizmente parte da população sofre e que é recorrente, pese embora as sucessivas denuncias , que são do nosso conhecimento, por parte de pessoas e entidades que sofrem a angustia de se sentirem impotentes para alterar o actual estado do sistema, que certamente só serve a alguns, com interesses que não são públicos, desvirtuando o interesse do bem comum.
 Referimo-nos ao C.O.D.U.. Sabem o que é? Centro de Orientação de Doentes Urgentes.?!
  Pois fiquem todos a saber que é o 112.
  Isso mesmo! O 112 . O numero da emergência médica que devia servir as urgências.
 Coitado do cidadão que tem de recorrer a esta “coisa”. Para além de ter de se repetir “ene” vezes, a um qualquer “atendedor”, que na maioria dos casos não sabe avaliar o que se diz, nem identifica os locais que lhe são mencionados, freguesia, concelho, estado do doente ou sinistrado, idade, etc, etc, etc, desde que não sejam indicados todos os elementos que perguntam e que na maioria das vezes, se não todas, o cidadão que faz o telefonema não está preparado emocionalmente, ou por desconhecimento, para prestar as informações solicitadas, aí bem pode morrer o necessitado, que a culpa ficará solteira. Virá logo um qualquer iluminado dizer que não é como passou para o conhecimento publico, que houve um erro de avaliação, blá-blá-blá, etc e tal e quem se “lixa” é sempre o mesmo O ZÉ.!
 Cidadão como eu, não cala! Já me tocou por falecimento de familiar próximo e dias atrás a situação quase se poderia repetir.
 Para quem sobra normalmente?
  Para os Bombeiros pois então, que estes rapazes é que dão a cara (e o corpo na maioria das vezes) ao cidadão exaltado, pelo desprezo com que se vê tratado, ou melhor, maltratado.
 Concidadãos, se não querem que convosco ou familiares, estas situações se dêm, sugiro-vos, que fixem o numero, ou números de telefone dos BOMBEIROS da vossa área, pois que esses,
mesmo com defeitos que todos temos, são SOLIDÁRIOS e socorrem prontos.
 Gostaríamos que este estado de coisas fosse alterado no País que dizem ser de todos nós, mas que infelizmente só serve uma certa camada dos seus filhos, os tais que se consideram de 1ª.
 Esquecendo que todos, mas mesmo todos é que podemos fazer de Portugal um País melhor.

Abril Terça-feira, 21 de Abril, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101
por José Fialho Ferro

Mais um Abril feito de sonhos e desenganos.
Abril que era de “águas-mil”, dos cravos, da poesia e de tantas mais coisas bonitas, está a tornar-se Abril murcho, por falta de água e por um desencanto crescente instalado na sociedade.
As injustiças continuam, quiçá estão a aumentar. Os vigaristas, aldrabões de colarinho branco e de milhões, passam impunes mesmo assumindo conhecimento, com desfaçatez, das ilegalidades que cometem.
Nós, os pobres e pequenos que queremos e devemos ser sérios e cumpridores, cá vamos tentando levar o barco a bom porto. Vamos ver até quando e a quem interessa que ainda haja gente séria.
As Instituições (algumas) servidas por gente que,” venha o meu”, indelicados e grosseiros, fazendo lembrar o funcionalismo do tempo da outra senhora, com felizmente honrosas excepções, tratam o Zé pagante como de 2ª e curvam-se mesuradamente aqueles que sempre deles se serviram e quais “canitos” não fartos de “porrada” continuam a servir, esquecendo-se dos seus iguais.
Mas, felizmente ainda mora com lugar permanente no coração de muitos de nós ABRIL.
Volta-se a falar da guerra, nós também para lá fomos empurrados, estivemos na Guiné  Bissau, nos anos de 1966/1968, de onde viemos doente, assim como centenas de outros, e nem por isso achamos que o acima referido, seja motivo para recordar com saudade quem durante décadas manteve este País no obscurantismo. No entanto, talvez seja tempo de pedir, ou melhor, exigir através do democraticamente instituídos, o voto, alteração urgente do actual sistema, que só a alguns, quase sempre os mesmos, serve e mantem na cadeira do Poder.
Que quem faz as leis, responda directamente perante o povo que deviam representar.
E isto não é possível no actual sistema, em que só vai quem nos é imposto e só respondem submissamente a quem deles se servem e quem lhes permite servirem-se.
Bom, Abril vai entrando e nós vamos ficando, queremos ficar, convencidos que vale a pena por cá andar.

Março Quarta-feira, 18 de Março, 2009

jose-fialho-ferro_lt0101Entrámos no mês do dia Internacional da Mulher e também do PAI. O mês do inicio da Primavera, mês da luz, das flores, terceiro mês do calendário.
Os “eruditos e arautos” da desgraça, dizem que o mês de Março de 2009 é o inicio das maiores dificuldades da crise ( que eles criaram e que nos querem fazer pagar, pois os seus bolsos estão cheios de capital nas off-shores fruto da miopia do social e dos interesses pessoais, nos erros de gestão, das danças e pulo em pulo nas cadeiras do poder, entenda-se por poder, politico e de capital).
É absolutamente incompreensível os lapsos de memória de quem em cargos de poder assina documentos e mente com todos os dentes (será que tem prótese e quando mente, a tira?) em Orgão de Soberania, que devia ser respeitado por quem lá se senta ou é chamado.
Referi-mo-nos ao senhor Dias Loureiro, “ilustre” conselheiro do Estado que continua na sua despudorada tentativa de a todos nós tomar por parvos, ou “bestas” silenciadas, mentindo, tendo lapsos de memória, mesmo confrontado com cópias de documentos por si assinados e que nos está a custar o incalculável
O Senhor Presidente da Republica, que não o pode demitir, mantêm-o e ele, o Dias, continua a dizer que dorme de consciência tranquila.
Esta é a gentalha que temos e mais grave, temos de suportar.
São estes Dias, Jardins, Costas, Loureiros, Coelhos, Mirandas, Isaltínos e afins, que temos, os mais conhecidos, pois que cá por baixo há muitos mais, frutos dos genes lusitanos, os tais que no relatório presente ao Senado Romano “não se governam nem deixam ser governados”.
Como os Romanos estavam fora do tempo. Agora é vê-los governarem-se e faltar meios para os deter e julgar. E quando são julgados, provavelmente já prescreveu.
Todavia, a nós, ninguém nos tira a esperança e o saber que a
seguir a Fevereiro vem o Março e em Março, começa a
PRIMAVERA

by José_Ferro

Fevereiro Terça-feira, 17 de Fevereiro, 2009

jose-fialho-ferro_lt0101

Olá CARNAVAL!
Dizem que pelo Carnaval nada parece mal.
Ele há com cada treta.
Então o Carnaval não é o entrudo?
E o entrudo não é a época em que todos devem andar mascarados?
Temos de aproveitar agora que é Carnaval.
E sendo assim, vamos pensar que isto da crise é uma brincadeira dos foliões permanentes que dominam o capital da economia e da politica (ah grande Oliveira, anda Dias… e quejandos) ou da politica e economia, na sua determinada energia e defesa da seriedade no bem comum e social.
Isto de pobres e necessitados são coisas de mal dizer, “gentinha” que só se sente bem a lamentar-se e olhar com gulosice a mesa do vizinho. Que depois de almoço o “nosso” (não meu) Jardim pede desculpa dos seus excessos de delicadeza para com aqueles lorpas do “COUTINETE”, que gostam do atanazar sem razão e que só pensam em lhe reduzir as mordomias que “os externos”, tal qual subsivivendus vão tendo à nossa custa.
Ah Carnaval, Carnaval
Isto de se querer ser divertido, dá uma trabalheira! O não viver permanentemente preocupado com o dia a dia, com o sem saber o amanhã já é uma grande diversão.
Deixem-me por favor manter a minha máscara sisuda, mas cumpridor das minhas obrigações e deveres. Deixem-me dizer que vivo sentindo-me explorado e ofendido no meu direito de cidadão e cidadania por um parvalhão mal educado , lá para os lados do Atlântico que pensa tudo lhe ser consentido e por outros tais , que ludibriam a justiça, fazendo a culpa morrer solteira.
Deixem-me beber 2 copos à refeição e não acender charuto, mandando as bafuradas para o ar, poluindo a sociedade que se queria mais limpa desta escumalha, qual enguias que se vão furtando às malhas do direito e da justiça.
Então SIM!
Poderíamos todos gozar o Carnaval da Vida.

by José_Ferro

 

2009 Segunda-feira, 19 de Janeiro, 2009

jose-fialho-ferro_lt0101

Ele ai está! O 2009.
Ainda não tinha nascido e já lhe auguravam todas as maleitas da sociedade!
Os males que vêm de há muitos anos e 2009 é que vai ser o culpado!
Guerras,
Fome,
Desemprego,
Doenças,
Falta de Dinheiro,
Bancos a falirem, etc, etc, etc.
Pois é, coitada da criança.
Sempre fui ensinado que não há crianças más. A sociedade é que as transforma.
Transforma em homens e esses sim, são o mal da humanidade.
No entanto, felizmente, ainda há um grupo (que esperemos aumente) de “Anormais”.
“Anormais” por quererem remar contra a maré da crise.
Nós acreditamos. Acreditamos que as crises são feitas pelos homens ao serviço dos interesses mesquinhas do capital que tudo quer controlar, tudo controla, tudo domina, tudo quer fazer e tudo desfaz! Tudo destrói!
Destrói a sociedade, os sonhos, a solidariedade, o trabalho a riqueza.
Enfim, não há sistema, nem “ismos” que tenham conseguido resistir!
Mas…! Há sempre um MAS!
Se nós quisermos, se fizermos força, se nos unirmos, os tais “Anormais”, juntos puxaremos a grande alavanca que abrirá o “autoclismo” e voltaremos (quando?) a ver a luz.
Luz da esperança, no futuro dos filhos, netos, e gerações futuras.
Amigos, vamos a Eles!

by José _Fialho_Ferro

Dezembro Segunda-feira, 15 de Dezembro, 2008

 

Chegámos a Dezembro!
O último mês do calendário.
Mês de feriados e dito de família.
Feriados a 1 a 8 e a 25 assumidos. A 24 e a 31 consentidos.
De família, pois que a 25 é Natal e pretensamente todos somos “bonzinhos”. É só Prendinhas, Beijinhos, Caridadezinha e Amor!
Esquecemos que Natal também não é consensual no mundo inteiro.
Em Países de Leste, o Natal é em Janeiro. Os camelos chegaram mais tarde.
Em grande parte dos países de África, Natal é mais um dia ou “quadra” de fome, doença e miséria.
Nós por cá fazemos durante o ano inteiro as nossas “sacanices” para depois nos “enfrascarmos” no fogo fátuo do “Amor Natalício”!
Neste mês de Natal temos a nossa prendinha de Povo e de País que somos.
Deputados a faltarem mas o ponto assinado como presença. Bom exemplo.
    E o “Zé” paga!
Crescimento económico anunciado e o País em inicio (já começou há muito) de recessão.
    E o “Zé” engole em seco!
As empresas a fecharem por falta de dinheiro e confiança dos bancos e os bancos a terem avales do Estado.
    E o “Zé” sem receber a saúde e a educação prometida!
As “coimas” dão prisão ao “Zé” e os Dias, os Costas, os Loureiros & Cia., são “os anjinhos” no presépio e gozam o que foi espoliado ao “Zé”.
    E o “Zé” cala e consente!
Jardim ameaça o Continente e o Continente cala e ri das diabruras do Jardim depois do almoço.
Este é o Natal Português!
Todavia, podíamos alterar a situação se todos juntos puxássemos o autoclismo

Adeus 2008

       BOM NATAL

ATÉ 2009!

Tive um Sonho Sexta-feira, 14 de Novembro, 2008

Sonhei que um neto  pulou de contente porque nos “cromos” lhe saiu o Derlei e completou a equipa do Sporting, que alegria HENRIQUE!
Sonhei que um neto foi operado e que felizmente tudo correu bem , ganhou um brinquedo novo e diz que não gosta da “pilinha” nova (está inchada), mas está muito contente por estar em casa,  GONÇALO.
  Sonhei que uma neta está radiante pois vai para o ballet e os Pais compraram uma saia, um casaco, um maillot e as sapatilhas de ballet. Tudo cor de rosa, que lindo MATILDE!
  Sonhei que uma neta risonha sempre, endiabrada muito, está contente por ter o mano e por poder fazer as “diabruras” no espaço que é seu, CONSTANÇA!
  Sonhei que a vida poderia ser melhor se os homens e mulheres deste País e do Mundo aprendessem com as crianças que para ser feliz não é preciso muito. Basta apenas haver AMOR!
  Amor para com quem nos rodeia, amor para o que fazemos, amor com os animais, as plantas, o ar que respiramos, a terra que pisamos, em suma……. AMOR!
  E a sonhar que o mundo é bom, as pessoas são amigas, as guerras não passaram de desentendimentos sem consequências, acordei e preparei-me para mais um dia. O primeiro de um novo ciclo após 64 anos de dias bons e menos bons, De maus dias e menos maus, mas com a certeza de que o caminho é para a frente sem descurar o que ficou para traz.
   Mas, há sempre um mau mas….! O dia não começou bem! No correio lá estava mais um registo de pedido de pagamento. Um cliente protestava contra o nosso pedido de cumprimento das condições de fornecimento. Um funcionário não compareceu ao serviço e não justificou a falta. Um fornecedor protesta contra o atrazo no pagamento de uma factura.
  Como é bom sonhar! Sonhar os sonhos de criança que não podemos ser, que não tivemos por não termos tido possibilidades, mas…. os nossos NETOS terão. Serão crianças, terão sonhos e viverão na certeza de que os sonhos poderão ser REALIDADE.

Segurança Social Segunda-feira, 13 de Outubro, 2008

Há meses atrás tivemos necessidade de denunciar publicamente através das páginas de um jornal local (O Almonda), a forma irresponsável como entidades publicas são geridas e tratam o  cidadão e contribuinte que quer ser e a quem se exige seja cumpridor.

Referimo-nos concretamente à Segurança_Social_de_Santarém. 
Enviaram-nos oficio com indicação de penhora de bens por alegadas dividas da nossa empresa. Como demonstrado através de documentação entregue (pobre cidadão incauto) não devíamos, nem nunca devemos à Segurança Social nem ao Estado.
Exigimos pedido de desculpas que, só nos foi dirigido após publicação do ocorrido, pedindo “desculpa pelos incómodos causados”.
Tudo bem, desculpável, mas através de consulta ao site da Segurança Social, verificamos que continua a constar como divida, “custos de processo e juros dos mesmos”
Em que ficamos?
A Segurança Social é instituição de bem, gerida por pessoas responsáveis  que só após denuncia pública mandam um funcionário pedir desculpa por email, sem se retratarem publicamente e mantêm valor em divida no sistema?!
Ou quem a dirige e a serve (S.Social) consideram-se acima das regras básicas da responsabilidade, competência e humildade, para reconhecer os seus erros.
Por nós, gostaríamos de dar este assunto por encerrado mas e os prejuízos materiais, morais e a defesa do bom nome?                                                                   
                                            ———————-x———————-
Uma Empresa esteve 3 dias sem comunicações telefónicas! Custos para a entidade prestadora de serviços  pelos prejuizos causados, “nepias”!
As informações passadas não foram minimamente satisfatórias. 
Enviámos um email com a reclamação, meia hora depois a avaria estava reparada.
Coincidência?! Será?! Depois a culpa é do 1º Ministro.

(by José Fialho_Ferro)

Férias Segunda-feira, 1 de Setembro, 2008

Começaram, terminaram, ou continuam, as férias.
Sinónimo de descanso, ou talvez não!
Sinónimo de gastos… ou talvez, não tenha havido possibilidades ir além de estar cá dentro!
  Sinónimo de lazer, passeio ou tentar fazer o que em tempo normal não se consegue por falta de tempo e não se faz (em tempo de férias) por falta de vontade ou… possibilidades.
 Férias de uma vez só e depois o stress de reabituação ao trabalho.
  Férias em Agosto, o mês mais caro, porque é nesse mês que “todos” (serão todos?!) se vão mostrar e é tema de conversa de bem parecer.
  Férias repartidas para que se possam pôr em dia, uns dias de retempero e dar continuidade a trabalho iniciado que é preciso terminar.
 Férias, todos desejamos! Será que todos justificamos merecer pelo que não se fez, ou será que não é um direito de todos os que trabalham…
  Por conta de outrem ou própria…
  Quem merece?
  Quem justifica merecer?
  Quem pode ter?
 Quem pode usufruir o verdadeiro sentido de ter férias?!

A Crise Sexta-feira, 1 de Agosto, 2008

Ela está ai!
Não é de agora. É ancestral.
á os Romanos, aquando da invasão da Península no regresso a Roma diziam que: “Na ponta da Ibéria havia uns tais de “Lusitanos” que não se governavam nem se deixavam governar”.
A crise é genética. Genética de incultura e de “chico-espertice”.
Ludibriar o Estado, economia paralela, fugir a responsabilidades é sinonimo de saber viver.
Minorias étnicas, xenofobia, racismo, é uma realidade! Todavia uma realidade que se faz sentir sobre nós Portugueses contribuintes. Contribuintes sobre quem pesa descriminação da máquina do Estado mal gerida e servida por “Boys” em parte mal formados ou com ambição desmedida de agradar ao chefe. E é sobre o cidadão cumpridor que gostam de “malhar”.
Venham eles. 
É vê-los fugir aos impostos. 
É vê-los fugir das cadeias. 
É vê-los meter as “cunhas”.
É vê-los passar férias, idas ao estrangeiro, com a ostentação de que o dinheiro do contribuinte só serve para “Eles” esbanjarem.

A Vida Terça-feira, 1 de Julho, 2008

A vida! É incerteza com duas certezas.
   O milagre da vida é o nascimento.
   A certeza da vida é a morte.
   O tempo intermédio é a incerteza.
  Angustia, lamento, sofrimento, choro, alegria, sorriso – riso e Felicidade!
  Mais curta uma que outra, equilibrados no esforço temporal em que nada nos pertence e tudo nos é confiado, como se  donos de alguma coisa ou bem nós fôssemos!
   A Vida!
   Curta ou comprida quem sabe!
   O que viemos fazer?
   Qual a nossa missão no tempo terreno?
   Ter,
   poder,
   ganhar,
   gastar,
   guardar.
   O que nos resta?
   O que levamos????….

by José_Ferro

Junho! Domingo, 1 de Junho, 2008

O tempo aquece!
O ano vai a meio!
A temperatura do pais em termos empresariais, sociais e económicos, mantem-se fria.
Pese embora, todo o optimismo que gostaríamos de conservar o mesmo, começa a ser comprometedor.
    As perspectivas não nos parecem ser de melhorias significativas. As dificuldades continuam e os discursos dos “crânios”  não nos parecem corresponder à realidade do dia-a-dia.
    Pensamos que é necessário uma aposta muito forte na sensibilização para a formação educacional, cívica e democrática num estado que desejamos democrático, de direito e de respeito.
    O que se adivinha pode não corresponder aos anseios da maioria.
    Assim, continuamos no “fadinho” português. Foi Fátima e agora será o Europeu. 
    Cá vamos “cantando e rindo” e a barriga vai ficando como os bolsos, cada vez mais “cheia de ar” isto é, mais vazia!

by José_Ferro

Maio Sábado, 10 de Maio, 2008

 

 Maio, mês das flores, mês de Maria, mês das mulheres.
  Em Maio queremos dar continuidade ao trabalho desenvolvido no sentido da consolidação da nossa empresa.
Consolidação ao serviço  dos nossos parceiros/clientes e “condições dos nossos parceiros/funcionários”.
  Não é fácil! O “mercado” de mês para mês vai-se tornando mais agressivo.
   O poder de compra, contrariamente ao propalado pelos “crânios” das estatísticas macro-económicas  vai baixando.
  As condições sociais, de segurança, saúde e educação traduzem instabilidade psicológica e emocional às populações e tudo isto se reflecte dia-a-dia no desempenho das funções de cada um.
  O dinheiro que pensamos ser o mesmo, (dado não termos notícias de incêndios no Banco de Portugal), cada vez mais aumenta nas contas de uns poucos e reduz nos bolsos de cada vez mais, a maioria.
  Como dizia um amigo, “os meses estão cada vez maiores para o dinheiro que temos”. 
   Para nós, que temos a responsabilidade de mantermos a estabilidade da nossa empresa, os meses são cada vez mais curtos, pelo alongamento das condições de tesouraria e cada vez maiores pelo suporte financeiro de tão pouca elasticidade.
  Todavia, amanhã será Junho e o sol brilhará  para nos acalentar a esperança que melhores tempos virão, breves.

 
 
 
 
 
 

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