Sexta-Feira, 10 de Setembro de 2010
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Outubro Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

jose-fialho-ferro_lt01011 Neste mês de Outubro em que chegámos ao Outono, que por sinal veio e continua bem quente, pese embora uma trovoada que se abateu sobre Torres Novas a qual fez umas “maldades”, continua praticamente tudo igual.
 Houve a normal agitação de mais uma campanha eleitoral que não trouxe praticamente alterações, pois todos ganharam.
 Ganharam os que tiveram mais votos, mas perderam, porque perderam eleitos.
 Ganharam os que tiveram menos votos, mas ganharam porque aumentaram eleitos.
 Ganharam os que não votaram pois aumentaram o número de abstenções.
 Enfim a matemática já não é o que nos ensinaram, em que ganhava quem tivesse mais.
 A palhaçada dos números que só serve para baralhar os desatentos e afastar cada vez mais o cidadão daquilo que a todos devia motivar, a participação cívica nos destinos do País e das autarquias.
 A política que devia ser uma actividade nobre e praticada por cidadãos acima de quaisquer suspeita, motivados para o serviço do bem comum, passou a ser albergue de uns quantos, que de desonestos se aproveitam da coisa que deveria ser de todos nós, e que mesmo condenados pela Justiça, que deveria ter a mão pesada para estas situações, continuam quais alarves em práticas provocatórias a aproveitarem-se da fluência de palavra e de obra de encher o olho, dando musica para continuarem nas suas vilanagens.  Alguns, já condenados, embora de pena suspensa, como se isso não fosse uma condenação e outros com processos a transitar em julgado, continuaram a concorrer e até ganharam eleições. Depois outros que falavam e defendiam a ética, silenciam e deixam andar. É por estas e outras que cada vez aumenta o desinteresse da maioria das pessoas.
 Depois marcam-se eleições para datas desaconselháveis, manifestando, assim o desconhecimento do País real. Senão vejamos se entre ir votar ou apanhar azeitona, quem teve maior participação nos meios rurais?

Que se faça um estudo sociológico destas situações e que quem decide não cometa tais disparates, que é como dizia o “Miscas”: - abre os olhos mula que a carroça vai cega.

by José_Ferro

Setembro Terça-feira, 15 de Setembro, 2009

  jose-fialho-ferro_lt0101  

     Este mês chegamos mais tarde.
As férias, (de quem as teve), o trabalho, (felizmente não nos tem faltado), a falta de vontade, (que por vezes é muita), levaram entre outras coisas a só hoje nos dispormos a alinhavar estas linhas.
Dizíamos no passado mês de Agosto que em Setembro voltaríamos a manifestar o nosso pensamento em relação ao sistema em que vivemos.
Na verdade neste mês em que somos chamados a cumprir o nosso direito e dever cívico, em que podemos transmitir,( embora respeitando o secretismo), as nossas ideias e sentir, temos assistido ao velho “circo” das criticas, demagogias, acusações, virtudes de obras feitas, etc etc. e ideias novas, projectos de alteração a um sistema que começa a ficar caduco, mas que continua a servir a quem dele se serve e aproveita, não ouvimos ou lemos nada. Continuamos convictos que vá quem for, ou fique quem está, nada vai ser alterado. No entanto temos as nossas ideias e convicções e sabemos a quem é que pensamos não interessar entregar o leme deste navio.
È necessário rever e alterar o sistema de justiça deste País e meter na prisão quem lá deve estar, não proteger o criminoso e condenar, nem que seja pelos incómodos, as vitimas. Que o SNS continue cada vez mais a ser serviço nacional de saúde, tendencialmente gratuito. A educação e ensino sejam públicos e de qualidade. A Segurança Social seja justa e solidaria sem alimentar as incompetências, (são muitas), de quem dela se serve, qual “chico-espertisse” que engana e prejudica todos.
Que as Novas Oportunidades sejam realmente novas e a todos possa interessar.
Enfim, um enumerado de “coisas” que de tão badaladas e não escutadas, continuam estafadas e quais autistas, (que os que são me perdoem), vão fazendo orelhas moucas e qual” mocidade portuguesa” do outro tempo, felizmente passado e não desejado o retorno, vão cantando e rindo por continuarem a enganar o “ZÉ Pagode”, sentindo-se acima de tudo e todos.
E qual triste realidade, que quem mais faz menos merece, nós teimosamente vamos continuando a ter voz e pensamentos próprios, mesmo sabendo que estamos a ser alvo de baterias de invejosos e incompetentes.
Mas o tempo e o azeite tudo trazem ao de cima e então, sem nenhuma alegria, mas com a satisfação de sabermos que deixamos raízes de princípios e ética no sentir, no estar e no fazer.
Esta é a mensagem na empresa, nos filhos e nos netos!

by José_Ferro

AGOSTO 2009 Sexta-feira, 21 de Agosto, 2009

 jose-fialho-ferro_lt0101 

Mês do calor e das férias!

Recordo os serões de Agosto no meu Alentejo, concretamente Montemor-o-Novo. Da velha expressão popular “luar de Agosto bate-lhe no rosto”.

As brincadeiras no Largo das Palmeiras, ao pinga, aos cowboys, às escondidas, ao funcho, etc, entre o Largo das Palmeiras, onde eu e a minha falecida irmã, a “ETA”morávamos, em casa dos meus avós paternos, já que os maternos nunca vivemos com eles (que saudades tenho de todos eles), e o Largo Serpa Pinto, ou dos Combatentes.

Depois de muito corrermos, íamos beber a água fresca de uma bilha, normalmente por um cocho

Sabem o que é? Um tipo de colher grande em cortiça, que diziam não transmitir doença e mantinha a água à temperatura.

Que regalo sentir a água fresca a correr pela garganta e queixo abaixo.

Por volta das 11 horas/ meia noite, lá íamos todos para casa, onde não havia televisão, pois luz eléctrica era um luxo dos ricos,e não se fechava a porta da rua, ficava na aldraba, pois havia respeito e solidariedade entre os pobres, não deixando todavia de haver roubos e outras malfeitorias, só que agora , é melhor não se falar disso, pois até se consegue ter licença para roubar o pobre. Basta ver o que os Bancos fazem, com os enganos sucessivos, será por descuido? Ou intencional?

Depois, bem depois os homens, sempre eles, lembraram-se de andar a mexer lá pelo “sótão” e o tempo nunca mais foi regular como era até então.

Agora é ir para a praia, quem pode, e levar agasalhos, pois está vento e frio. Agora é Setembro a estar bom, quando está.

Isto está de tal maneira que nem a politica aquece! As renovações é manter o mesmo, isto é, continuar as mesmas pessoas, as mesmas ideias pobres, o mesmo apego ao poder, os mesmos “compadres”, que o muito que se serviram da coisa publica, ainda é pouco.

Vejam-se as listas a começar pelas autárquicas. Onde é que está a renovação, onde estão as ideias e projectos novos de interesse para o Zé Pagode.

Nas Legislativas até lhes dão doenças por serem excluídos, e depois são os filhos, afilhados e compadres, os que podem dar um jeitinho ou prestar um favorzito, que o futuro tem de ser acautelado. È obras e mais obras, não custam nada a fazer, o dinheirinho é do povo, e quando for altura de pagar e manter já lá estão outros, que até podem ser do mesmo partido, que isso não interessa. As mordomias, as indemnizações para reintegração estão garantidas.

Fazer obra é sempre mais fácil e mais barato do que depois manter e pagar.

É necessário e urgente alterar o sistema. É necessário e urgente dar verdadeiras competências e responsabilidade aos órgãos em que se vota. É necessário e urgente ter a coragem politica de rever e alterar a organização administrativa e territorial do País.

Para quê tanta Freguesia, se a maior parte delas nem dinheiro têm para pagar as senhas de presença de reuniões e só servem na maioria das vezes para dizer amem ao chefe, em troca de uns favorzitos.

O número de Freguesias não se justifica, por desnecessário , deveriam sim , ser os serviços camarários a executar os trabalhos nas zonas rurais, tal como já o fazem na prática nas zonas urbanas.

Os Presidentes de Junta são considerados os parentes pobres, desconsiderados nas suas funções, qual pedintes, a quem tudo é prometido e só na altura das eleições se dá “um pratinho de sopa” para matar a “fomita” pois é preciso ter alguém a dar a cara, porque o que conta são os votos e depois, bem depois é para esquecer, que o “meu” já cá canta!

Quais as competências das Assembleias Municipais, para além de serem correias de transmissão do chefe do executivo. Em nossa opinião, que por lá estivemos durante 30 anos, as competências são efectivamente nulas. À que alterar o sistema.

Eleições para uma lista única, em que o cabeça da lista mais votado seria o Presidente do executivo, o qual submeteria à Assembleia, após a sua composição os nomes dos restantes elementos, de entre os eleitos. Tendo os mesmos de ser votados e aprovados. Este seria certamente o método mais transparente e responsável, pois todos sabiam em quem votavam e exigiam responsabilidades.

Por sua vez, a Assembleia teria o direito de fiscalização (real) e aprovação de moções com poderes e consequências efectivas.

O sistema seria a exemplo do que acontece para o Parlamento e para as freguesias. Porque é que terá de ser diferente para o executivo camarário?

Creiam que assim se poupava muito do nosso dinheirinho e reduziam drasticamente os “cambalachos”

Para Setembro há mais!

by José_Fialho_Ferro

CARTA ABERTA AO SENHOR PRIMEIRO MINISTRO Terça-feira, 14 de Julho, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101por José Fialho Ferro

Camarada e amigo Engº José Socrates:
 Habituei-me de à muitos anos a admirar a sua inteligência, capacidade e querer. Todavia, creio sem ofensa, que não soube rodear-se dos melhores na prestação do desempenho de funções para as quais foram designados
 Perguntar-me-á quem são! Ora bem, como dizem as pessoas do norte deste País que se quer de gente de bem. A Segurança Social de Santarém.
 Porquê? Por irresponsabilidade de quem a dirige ou mais ligeiramente por incompetência
 A que propósito?
 Passo a contar.
 Numa época que o Governo, e bem, aposta nas novas tecnologias e informática a Segurança Social de Santarém, “lançando o barro à parede” em Março de 2008 enviou cartas a empresas com ameaça de penhora de bens por dívida à Seg. Social, na maioria dos casos, inexistentes, o nosso caso especifico , que demonstramos por suporte documental que não devíamos e nunca devemos, (não sei até quando pelo estado em que as coisas estão), tendo exigido como era nosso direito e dever de cidadania, um pedido escrito de desculpa, que só passados mais ou menos dois meses nos foi enviado e depois de denuncia publicada em orgão de comunicação social.
 Surpresa das surpresas, em Julho de 2009 continua pendente como divida da nossa empresa custa e juros de mora, mais imposto de selo, de processo de execução fiscal de dividas no valor de 218,52+101,21 euros referentes ao inexistente processo.
 Em que é que ficamos, senhor Primeiro Ministro? É com esta gente que quer continuar a governar. É com estes, ou estas “BOYS” que quer ter a confiança nas Instituições, por parte do cidadão contribuinte e eleitor. É assim que o Pais tem confiança em quem vota?
 É preciso dizer basta e denunciar publicamente, o nosso caso, pese embora sermos de à 35 anos militante do partido que V. Exa lidera e que se sente envergonhado por ter nomeados a dirigir instituições, pessoas autistas e irresponsáveis.
 Sr. Primeiro Ministro, faça uma limpeza na inutilidade de algumas pessoas que o rodeiam e que só se servem a si próprias. Isto não é ser ou servir programaticamente, nem pragmaticamente, o P.S. e o Pais.
 Espero devotadamente que o autismo político possa ser tratado, a bem de Portugal e dos interesses das populações.

Julho- 2009 Terça-feira, 14 de Julho, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101por José Fialho Ferro

Este mês de Julho vai obrigar-nos a mais uma vez termos de nos referir ao”famigerado”112.
 Isso mesmo.  O tal número de emergência médica, que de emergência tem o número, ou talvez algo mais  em função dos “técnicos” de serviço em atendimento.
 Mas a que se deve desta vez outra referência ao C.O.D.U.
 Ao mesmo, que um interminável número de cidadãos deste País, se queixam diariamente e que pelos vistos, o autismo de quem decide, muita vez mal, faz com que não dêem ouvidos a quem devem, neste caso os cidadãos e as corporações de Bombeiros, sobretudo de província. Estes é que têm o contacto de proximidade e poderão socorrer com a brevidade que as situações exigem.
 Vem isto a propósito com o que se passou com uma nossa colaboradora, que numa destas noites, de domingo para segunda-feira, por volta da meia-note, estando sozinha em casa com sua mãe, (o pai trabalha por turnos) vê a mãe a sentir-se mal  e com perdas sucessivas dos sentidos (desmaiar). Liga aflita para o 112, (assim a ensinaram) e sentiu uma das maiores desilusões da sua ainda curta vida.
          Quem a atendeu,  pergunta-lhe o que a sua mãe tinha, ao que ela respondeu.
           Dizem-lhe do outro lado da fria linha telefónica : - Não é caso de vida ou de morte, pelo que deve transportar a sua mãe pelos seus próprios meios ou chamar os bombeiros.! 
 Como diria o saudoso Fernando Pessa, -  e esta hem…….!
 –Senhora Ministra da Saúde, por favor trate da saúde a quem tão mal trata quem necessita dos serviços pagos por todos nós e que pelos vistos, só a alguns serve e altere o actual e desadequado funcionamento dos serviços do 112.

Junho Segunda-feira, 15 de Junho, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101
por José Fialho Ferro

Em Junho de 2008 já escrevíamos, na nossa crónica mensal, que o tempo aquecia e a temperatura económica/financeira do País estava fria.
  Em Junho de 2009, as alterações têm sido para pior. Enfim, é o País e os dirigentes que temos, e quiçá, merecemos. Cá teremos que continuar com o eterno “fadinho”, cala e consente.
 Mas hoje, apetece-me recuar a l966/67/68.
 Em Junho de 1966, estava destacado como electricista no Ministério do Exército,   em Lisboa, quando fui mobilizado para a Guiné, com embarque imediato, que só se efectivou em 23 Agosto, com chegada a Bissau a 3 de Setembro.  Fazia (e fiz) anos a 26 de Agosto, passados no convéns do Alfredo da Silva, barco de carga adaptado ao transporte da “carne para canhão” para a Guiné.
 Como cabo especialista de Engenharia, (electricista), fui colocado em Brá no Batalhão de  Engenharia Ben 337.
 Em meados de Setembro foi a primeira saída para o mato, para electrificar o K 3. Ficava a 3 quilómetros de Farim  no meio da mata do Biribon, zona de treino do PAIGC, para lá do rio Geba, se não me engano, o qual só se atravessava de piroga e em que se tinha de transportar todo o material, 
 Todos os dias tinha de sair um pelotão a “picar” a estrada e montar guarda, recolhendo ao anoitecer ao aquartelamento. Foi o baptismo de fogo no dia da inauguração da luz eléctrica, alimentada a gerador Líster.
  Que extraordinária companhia de homens.  Dias antes de nós chegarmos tinham tido um ataque terrível.
 No dia da inauguração da “luz”, dado que até essa data, a iluminação exterior era feita por petromax, que de 30 em 30 minutos tinham de ser alimentados (dar ar) pelo Cabo de serviço, no perímetro do aquartelamento que se dispunha em quadrado, protegido por três fiadas de arame farpado com garrafas de cerveja ou latas lado a lado, como sinal de alarme, fez-se a festa com  comes e bebes (muito) músicas e cantares e todo o tipo de libertação folgazã que se possa imaginar.
 Durou 15 minutos! Após estes minutos foi tiro ao alvo às lâmpadas feito pelo “inimigo”.
 Impressionante! Hoje, a esta distância temporal!  Os vapores do álcool desapareceram, a corrida aos abrigos, simultaneamente caserna, paiol, capela, enfermaria, o pegar nas G3, o começar fogo e despejar carregadores para o inimigo invisível, com o agravamento que de Farim as nossas tropas para nos protegerem disparavam morteiradas, que em vez de nos defenderem, caiam dentro do nosso aquartelamento. Durou este inferno, cerca de meia hora. Foi um teste à novidade da luz eléctrica. Após este tempo, mais ou menos, foi voltar à farra até romper a manhã.
  Mais histórias teríamos para contar sobre a Guiné e os homens que para lá foram mandados, mas o melhor será continuarmos em Julho. Até lá, se cá continuarmos !

Maio Quarta-feira, 13 de Maio, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101por José Fialho Ferro

O ano passado, dizia que Maio é o Mês das rosas e de Maria.
 Bom, a verdade é que não nos devemos repetir e a entrega desta crónica já está atrasada.
 Também é verdade que não sabia o que iria escrever, pois que nada me ocorria.
 Todavia, ocorreu-me o conhecimento  de situação que infelizmente parte da população sofre e que é recorrente, pese embora as sucessivas denuncias , que são do nosso conhecimento, por parte de pessoas e entidades que sofrem a angustia de se sentirem impotentes para alterar o actual estado do sistema, que certamente só serve a alguns, com interesses que não são públicos, desvirtuando o interesse do bem comum.
 Referimo-nos ao C.O.D.U.. Sabem o que é? Centro de Orientação de Doentes Urgentes.?!
  Pois fiquem todos a saber que é o 112.
  Isso mesmo! O 112 . O numero da emergência médica que devia servir as urgências.
 Coitado do cidadão que tem de recorrer a esta “coisa”. Para além de ter de se repetir “ene” vezes, a um qualquer “atendedor”, que na maioria dos casos não sabe avaliar o que se diz, nem identifica os locais que lhe são mencionados, freguesia, concelho, estado do doente ou sinistrado, idade, etc, etc, etc, desde que não sejam indicados todos os elementos que perguntam e que na maioria das vezes, se não todas, o cidadão que faz o telefonema não está preparado emocionalmente, ou por desconhecimento, para prestar as informações solicitadas, aí bem pode morrer o necessitado, que a culpa ficará solteira. Virá logo um qualquer iluminado dizer que não é como passou para o conhecimento publico, que houve um erro de avaliação, blá-blá-blá, etc e tal e quem se “lixa” é sempre o mesmo O ZÉ.!
 Cidadão como eu, não cala! Já me tocou por falecimento de familiar próximo e dias atrás a situação quase se poderia repetir.
 Para quem sobra normalmente?
  Para os Bombeiros pois então, que estes rapazes é que dão a cara (e o corpo na maioria das vezes) ao cidadão exaltado, pelo desprezo com que se vê tratado, ou melhor, maltratado.
 Concidadãos, se não querem que convosco ou familiares, estas situações se dêm, sugiro-vos, que fixem o numero, ou números de telefone dos BOMBEIROS da vossa área, pois que esses,
mesmo com defeitos que todos temos, são SOLIDÁRIOS e socorrem prontos.
 Gostaríamos que este estado de coisas fosse alterado no País que dizem ser de todos nós, mas que infelizmente só serve uma certa camada dos seus filhos, os tais que se consideram de 1ª.
 Esquecendo que todos, mas mesmo todos é que podemos fazer de Portugal um País melhor.

Abril Terça-feira, 21 de Abril, 2009
jose-fialho-ferro_lt0101
por José Fialho Ferro

Mais um Abril feito de sonhos e desenganos.
Abril que era de “águas-mil”, dos cravos, da poesia e de tantas mais coisas bonitas, está a tornar-se Abril murcho, por falta de água e por um desencanto crescente instalado na sociedade.
As injustiças continuam, quiçá estão a aumentar. Os vigaristas, aldrabões de colarinho branco e de milhões, passam impunes mesmo assumindo conhecimento, com desfaçatez, das ilegalidades que cometem.
Nós, os pobres e pequenos que queremos e devemos ser sérios e cumpridores, cá vamos tentando levar o barco a bom porto. Vamos ver até quando e a quem interessa que ainda haja gente séria.
As Instituições (algumas) servidas por gente que,” venha o meu”, indelicados e grosseiros, fazendo lembrar o funcionalismo do tempo da outra senhora, com felizmente honrosas excepções, tratam o Zé pagante como de 2ª e curvam-se mesuradamente aqueles que sempre deles se serviram e quais “canitos” não fartos de “porrada” continuam a servir, esquecendo-se dos seus iguais.
Mas, felizmente ainda mora com lugar permanente no coração de muitos de nós ABRIL.
Volta-se a falar da guerra, nós também para lá fomos empurrados, estivemos na Guiné  Bissau, nos anos de 1966/1968, de onde viemos doente, assim como centenas de outros, e nem por isso achamos que o acima referido, seja motivo para recordar com saudade quem durante décadas manteve este País no obscurantismo. No entanto, talvez seja tempo de pedir, ou melhor, exigir através do democraticamente instituídos, o voto, alteração urgente do actual sistema, que só a alguns, quase sempre os mesmos, serve e mantem na cadeira do Poder.
Que quem faz as leis, responda directamente perante o povo que deviam representar.
E isto não é possível no actual sistema, em que só vai quem nos é imposto e só respondem submissamente a quem deles se servem e quem lhes permite servirem-se.
Bom, Abril vai entrando e nós vamos ficando, queremos ficar, convencidos que vale a pena por cá andar.

Março Quarta-feira, 18 de Março, 2009

jose-fialho-ferro_lt0101Entrámos no mês do dia Internacional da Mulher e também do PAI. O mês do inicio da Primavera, mês da luz, das flores, terceiro mês do calendário.
Os “eruditos e arautos” da desgraça, dizem que o mês de Março de 2009 é o inicio das maiores dificuldades da crise ( que eles criaram e que nos querem fazer pagar, pois os seus bolsos estão cheios de capital nas off-shores fruto da miopia do social e dos interesses pessoais, nos erros de gestão, das danças e pulo em pulo nas cadeiras do poder, entenda-se por poder, politico e de capital).
É absolutamente incompreensível os lapsos de memória de quem em cargos de poder assina documentos e mente com todos os dentes (será que tem prótese e quando mente, a tira?) em Orgão de Soberania, que devia ser respeitado por quem lá se senta ou é chamado.
Referi-mo-nos ao senhor Dias Loureiro, “ilustre” conselheiro do Estado que continua na sua despudorada tentativa de a todos nós tomar por parvos, ou “bestas” silenciadas, mentindo, tendo lapsos de memória, mesmo confrontado com cópias de documentos por si assinados e que nos está a custar o incalculável
O Senhor Presidente da Republica, que não o pode demitir, mantêm-o e ele, o Dias, continua a dizer que dorme de consciência tranquila.
Esta é a gentalha que temos e mais grave, temos de suportar.
São estes Dias, Jardins, Costas, Loureiros, Coelhos, Mirandas, Isaltínos e afins, que temos, os mais conhecidos, pois que cá por baixo há muitos mais, frutos dos genes lusitanos, os tais que no relatório presente ao Senado Romano “não se governam nem deixam ser governados”.
Como os Romanos estavam fora do tempo. Agora é vê-los governarem-se e faltar meios para os deter e julgar. E quando são julgados, provavelmente já prescreveu.
Todavia, a nós, ninguém nos tira a esperança e o saber que a
seguir a Fevereiro vem o Março e em Março, começa a
PRIMAVERA

by José_Ferro

Fevereiro Terça-feira, 17 de Fevereiro, 2009

jose-fialho-ferro_lt0101

Olá CARNAVAL!
Dizem que pelo Carnaval nada parece mal.
Ele há com cada treta.
Então o Carnaval não é o entrudo?
E o entrudo não é a época em que todos devem andar mascarados?
Temos de aproveitar agora que é Carnaval.
E sendo assim, vamos pensar que isto da crise é uma brincadeira dos foliões permanentes que dominam o capital da economia e da politica (ah grande Oliveira, anda Dias… e quejandos) ou da politica e economia, na sua determinada energia e defesa da seriedade no bem comum e social.
Isto de pobres e necessitados são coisas de mal dizer, “gentinha” que só se sente bem a lamentar-se e olhar com gulosice a mesa do vizinho. Que depois de almoço o “nosso” (não meu) Jardim pede desculpa dos seus excessos de delicadeza para com aqueles lorpas do “COUTINETE”, que gostam do atanazar sem razão e que só pensam em lhe reduzir as mordomias que “os externos”, tal qual subsivivendus vão tendo à nossa custa.
Ah Carnaval, Carnaval
Isto de se querer ser divertido, dá uma trabalheira! O não viver permanentemente preocupado com o dia a dia, com o sem saber o amanhã já é uma grande diversão.
Deixem-me por favor manter a minha máscara sisuda, mas cumpridor das minhas obrigações e deveres. Deixem-me dizer que vivo sentindo-me explorado e ofendido no meu direito de cidadão e cidadania por um parvalhão mal educado , lá para os lados do Atlântico que pensa tudo lhe ser consentido e por outros tais , que ludibriam a justiça, fazendo a culpa morrer solteira.
Deixem-me beber 2 copos à refeição e não acender charuto, mandando as bafuradas para o ar, poluindo a sociedade que se queria mais limpa desta escumalha, qual enguias que se vão furtando às malhas do direito e da justiça.
Então SIM!
Poderíamos todos gozar o Carnaval da Vida.

by José_Ferro

 

2009 Segunda-feira, 19 de Janeiro, 2009

jose-fialho-ferro_lt0101

Ele ai está! O 2009.
Ainda não tinha nascido e já lhe auguravam todas as maleitas da sociedade!
Os males que vêm de há muitos anos e 2009 é que vai ser o culpado!
Guerras,
Fome,
Desemprego,
Doenças,
Falta de Dinheiro,
Bancos a falirem, etc, etc, etc.
Pois é, coitada da criança.
Sempre fui ensinado que não há crianças más. A sociedade é que as transforma.
Transforma em homens e esses sim, são o mal da humanidade.
No entanto, felizmente, ainda há um grupo (que esperemos aumente) de “Anormais”.
“Anormais” por quererem remar contra a maré da crise.
Nós acreditamos. Acreditamos que as crises são feitas pelos homens ao serviço dos interesses mesquinhas do capital que tudo quer controlar, tudo controla, tudo domina, tudo quer fazer e tudo desfaz! Tudo destrói!
Destrói a sociedade, os sonhos, a solidariedade, o trabalho a riqueza.
Enfim, não há sistema, nem “ismos” que tenham conseguido resistir!
Mas…! Há sempre um MAS!
Se nós quisermos, se fizermos força, se nos unirmos, os tais “Anormais”, juntos puxaremos a grande alavanca que abrirá o “autoclismo” e voltaremos (quando?) a ver a luz.
Luz da esperança, no futuro dos filhos, netos, e gerações futuras.
Amigos, vamos a Eles!

by José _Fialho_Ferro

Dezembro Segunda-feira, 15 de Dezembro, 2008

 

Chegámos a Dezembro!
O último mês do calendário.
Mês de feriados e dito de família.
Feriados a 1 a 8 e a 25 assumidos. A 24 e a 31 consentidos.
De família, pois que a 25 é Natal e pretensamente todos somos “bonzinhos”. É só Prendinhas, Beijinhos, Caridadezinha e Amor!
Esquecemos que Natal também não é consensual no mundo inteiro.
Em Países de Leste, o Natal é em Janeiro. Os camelos chegaram mais tarde.
Em grande parte dos países de África, Natal é mais um dia ou “quadra” de fome, doença e miséria.
Nós por cá fazemos durante o ano inteiro as nossas “sacanices” para depois nos “enfrascarmos” no fogo fátuo do “Amor Natalício”!
Neste mês de Natal temos a nossa prendinha de Povo e de País que somos.
Deputados a faltarem mas o ponto assinado como presença. Bom exemplo.
    E o “Zé” paga!
Crescimento económico anunciado e o País em inicio (já começou há muito) de recessão.
    E o “Zé” engole em seco!
As empresas a fecharem por falta de dinheiro e confiança dos bancos e os bancos a terem avales do Estado.
    E o “Zé” sem receber a saúde e a educação prometida!
As “coimas” dão prisão ao “Zé” e os Dias, os Costas, os Loureiros & Cia., são “os anjinhos” no presépio e gozam o que foi espoliado ao “Zé”.
    E o “Zé” cala e consente!
Jardim ameaça o Continente e o Continente cala e ri das diabruras do Jardim depois do almoço.
Este é o Natal Português!
Todavia, podíamos alterar a situação se todos juntos puxássemos o autoclismo

Adeus 2008

       BOM NATAL

ATÉ 2009!

Tive um Sonho Sexta-feira, 14 de Novembro, 2008

Sonhei que um neto  pulou de contente porque nos “cromos” lhe saiu o Derlei e completou a equipa do Sporting, que alegria HENRIQUE!
Sonhei que um neto foi operado e que felizmente tudo correu bem , ganhou um brinquedo novo e diz que não gosta da “pilinha” nova (está inchada), mas está muito contente por estar em casa,  GONÇALO.
  Sonhei que uma neta está radiante pois vai para o ballet e os Pais compraram uma saia, um casaco, um maillot e as sapatilhas de ballet. Tudo cor de rosa, que lindo MATILDE!
  Sonhei que uma neta risonha sempre, endiabrada muito, está contente por ter o mano e por poder fazer as “diabruras” no espaço que é seu, CONSTANÇA!
  Sonhei que a vida poderia ser melhor se os homens e mulheres deste País e do Mundo aprendessem com as crianças que para ser feliz não é preciso muito. Basta apenas haver AMOR!
  Amor para com quem nos rodeia, amor para o que fazemos, amor com os animais, as plantas, o ar que respiramos, a terra que pisamos, em suma……. AMOR!
  E a sonhar que o mundo é bom, as pessoas são amigas, as guerras não passaram de desentendimentos sem consequências, acordei e preparei-me para mais um dia. O primeiro de um novo ciclo após 64 anos de dias bons e menos bons, De maus dias e menos maus, mas com a certeza de que o caminho é para a frente sem descurar o que ficou para traz.
   Mas, há sempre um mau mas….! O dia não começou bem! No correio lá estava mais um registo de pedido de pagamento. Um cliente protestava contra o nosso pedido de cumprimento das condições de fornecimento. Um funcionário não compareceu ao serviço e não justificou a falta. Um fornecedor protesta contra o atrazo no pagamento de uma factura.
  Como é bom sonhar! Sonhar os sonhos de criança que não podemos ser, que não tivemos por não termos tido possibilidades, mas…. os nossos NETOS terão. Serão crianças, terão sonhos e viverão na certeza de que os sonhos poderão ser REALIDADE.

Segurança Social Segunda-feira, 13 de Outubro, 2008

Há meses atrás tivemos necessidade de denunciar publicamente através das páginas de um jornal local (O Almonda), a forma irresponsável como entidades publicas são geridas e tratam o  cidadão e contribuinte que quer ser e a quem se exige seja cumpridor.

Referimo-nos concretamente à Segurança_Social_de_Santarém. 
Enviaram-nos oficio com indicação de penhora de bens por alegadas dividas da nossa empresa. Como demonstrado através de documentação entregue (pobre cidadão incauto) não devíamos, nem nunca devemos à Segurança Social nem ao Estado.
Exigimos pedido de desculpas que, só nos foi dirigido após publicação do ocorrido, pedindo “desculpa pelos incómodos causados”.
Tudo bem, desculpável, mas através de consulta ao site da Segurança Social, verificamos que continua a constar como divida, “custos de processo e juros dos mesmos”
Em que ficamos?
A Segurança Social é instituição de bem, gerida por pessoas responsáveis  que só após denuncia pública mandam um funcionário pedir desculpa por email, sem se retratarem publicamente e mantêm valor em divida no sistema?!
Ou quem a dirige e a serve (S.Social) consideram-se acima das regras básicas da responsabilidade, competência e humildade, para reconhecer os seus erros.
Por nós, gostaríamos de dar este assunto por encerrado mas e os prejuízos materiais, morais e a defesa do bom nome?                                                                   
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Uma Empresa esteve 3 dias sem comunicações telefónicas! Custos para a entidade prestadora de serviços  pelos prejuizos causados, “nepias”!
As informações passadas não foram minimamente satisfatórias. 
Enviámos um email com a reclamação, meia hora depois a avaria estava reparada.
Coincidência?! Será?! Depois a culpa é do 1º Ministro.

(by José Fialho_Ferro)

Férias Segunda-feira, 1 de Setembro, 2008

Começaram, terminaram, ou continuam, as férias.
Sinónimo de descanso, ou talvez não!
Sinónimo de gastos… ou talvez, não tenha havido possibilidades ir além de estar cá dentro!
  Sinónimo de lazer, passeio ou tentar fazer o que em tempo normal não se consegue por falta de tempo e não se faz (em tempo de férias) por falta de vontade ou… possibilidades.
 Férias de uma vez só e depois o stress de reabituação ao trabalho.
  Férias em Agosto, o mês mais caro, porque é nesse mês que “todos” (serão todos?!) se vão mostrar e é tema de conversa de bem parecer.
  Férias repartidas para que se possam pôr em dia, uns dias de retempero e dar continuidade a trabalho iniciado que é preciso terminar.
 Férias, todos desejamos! Será que todos justificamos merecer pelo que não se fez, ou será que não é um direito de todos os que trabalham…
  Por conta de outrem ou própria…
  Quem merece?
  Quem justifica merecer?
  Quem pode ter?
 Quem pode usufruir o verdadeiro sentido de ter férias?!

 
 
 
 
 
 

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