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Arquivo da Categoria ‘Conceitos’

AÇO INOXIDÁVEL Segunda-feira, 29 de Agosto, 2011

liseteDefinição:
   O aço inoxidável foi descoberto por Harry Brearley que em 1912 começou a investigar, a pedido dos fabricantes de armas, uma liga metálica que apresentasse uma resistência maior ao desgaste que ocorria no interior dos canos das armas, como resultado do calor libertado pelos gases. Brearley não obteve uma liga metálica que resistia ao desgaste, obteve porém uma liga metálica resistente a corrosão. A aplicação imediata foi destinada para a fabricação de talheres, que até então eram fabricados a partir de aço carbono e se corroíam com facilidade devido aos ácidos presentes nos alimentos.
   O Aço Inox é o termo utilizado para identificar uma família de aços contendo no mínimo 11% de crómio, o que garante ao material elevada resistência à oxidação. O crómio disperso em todo o material de forma homogénea, em contacto com o oxigénio do ar, forma uma fina camada de óxido na superfície do aço, aderente, impermeável e muito resistente, protegendo-o contra ataques corrosivos do meio ambiente.
   Este filme protege toda a superfície do aço inox e, de maneira geral, esta resistência aumenta à medida que mais crómio é adicionado à mistura. Apesar de invisível, estável e com espessura finíssima, esta película é altamente aderente ao aço inox, defendendo o material contra a acção dos meios agressivos.
   Mesmo quando sofre algum tipo de dano, sejam arranhões, amassos ou cortes, imediatamente o oxigénio do ar combina-se com o crómio, formando novamente o filme protector e recompondo a resistência à corrosão. Esta qualidade é inerente ao aço inox já que o crómio faz parte de sua composição química.
   Outros elementos adicionados ao inox – tais como níquel, molibdénio - também elevam a resistência desse aço à corrosão, além de garantirem ao produto múltiplas aplicações. A selecção correcta do tipo de inox e de sua superfície de acabamento são importantes para assegurar uma longa vida útil ao material.

Aplicações:
   Os aços inoxidáveis são utilizados principalmente para cinco tipos de mercados:
   Electrodomésticos: Grandes electrodomésticos e pequenos utensílios domésticos.
   Automotores: produção de peças para veículos automotores como, por exemplo, canos de descarga.
   Construção: edifícios e mobiliários
   Industria: alimentação, produtos químicos e petróleo
   Sector de Serviços: fachadas e placas de sinalização visual.
  
   A sua resistência à corrosão, as suas propriedades higiénicas e estéticas fazem do aço inoxidável um material muito atractivo para satisfazer diversos tipos de demandas. Os produtos de limpeza indicados para a limpeza do Aço Inox são: o sabão, os detergentes suaves e/ou neutros e as soluções de amónia (removedores caseiros) em água morna. Aplique com um pano macio ou uma esponja de nylon fino, enxague em água abundante e seque com pano macio.

Fonte: Wikipédia
(continua)

by Lisete_Viegas

FERRO Domingo, 10 de Julho, 2011

liseteO ferro (do latim ferrum) é um elemento quimico. À temperatura ambiente, o ferro encontra-se no estado sólido. É extraído da natureza sob a forma de minério de ferro que, depois de passado para o estágio de ferro-gusa, através de processos de transformação, é usado na forma de lingotes. Quando se adiciona carbono dá origem a várias formas de aço.
Este metal de transição, é o quarto elemento mais abundante da crosta terrestre (aproximadamente 5%) e, entre os metais, somente o alumínio é o mais abundante.
O ferro tem sido historicamente importante, tendo um período da história recebido o nome de Idade do Ferro. O ferro, actualmente, é utilizado extensivamente para a produção de aço, liga metálica para a produção de ferramentas, máquinas, veículos de transporte (automóveis, navios, etc), como elemento estrutural de pontes, edifícios, e uma infinidade de outras aplicações.
É um metal maleável, tenaz, de coloração cinza prateado que apresenta propriedades magnéticas; é ferromagnético a temperatura ambiente.
O ferro é o metal mais usado, com 95% em peso da produção mundial de metal. É indispensável devido ao seu baixo preço e dureza.
O aço é a liga metálica de ferro mais conhecida, sendo este o seu uso mais frequente.
 - Os aços são ligas metálicas de ferro com outros elementos, tanto metálicos quanto não metálicos, que conferem propriedades distintas ao material. É considerada aço uma liga metálica de ferro que contém menos de 2% de carbono; se a percentagem for maior recebe a denominação de ferro fundido.
 - Os aços são ligas metálicas de ferro e carbono com concentrações máximas de 2,2% em peso de carbono, aproximadamente. O carbono é o elemento de ligação principal, porém os aços contêm outros elementos. Dependendo do seu conteúdo em carbono são classificados em:
 -Aço baixo em carbono. Contém menos de 0.25% de carbono em peso. Não são tão duros nem tratáveis termicamente, porém dúcteis. São utilizados em veículos, tubagens, elementos estruturais e outros. Também existem os aços de alta resistência com baixa liga de carbono, no entanto, contêm outros elementos na sua composição, até uns 10% em peso; apresentam uma maior resistência mecânica e podem ser trabalhados facilmente.
 - Aço médio em carbono. Entre 0,25% e 0,6% de carbono em peso. Para melhorar as suas propriedades são tratados termicamente. São mais resistentes que os aços baixo em carbono, porém menos dúcteis, sendo utilizados em peças de engenharia que requerem uma alta resistência mecânica e ao desgaste.
 - Aço alto em carbono. Entre 0,60% e 1,4% de carbono em peso. São os mais resistentes, no entanto, os menos dúcteis e utilizados principalmente para a fabricação de ferramentas.
 -Um dos inconvenientes do ferro é que se oxida com facilidade. Existem uma série de aços aos quais se adicionam outros elementos ligantes, principalmente o crómio, para que se tornem mais resistentes à corrosão. São os chamados aços inoxidáveis.

by Lisete_Viegas

Polipropileno Compacto Quinta-feira, 16 de Junho, 2011

O polipropileno é um dos plásticos mais vendidos e que mostra a maior taxa de crescimento anual no mundo, devido às suas excepcionais propriedades e versatilidade de aplicação e uso.

O polipropileno é um termoplástico, produzido através da polimerização do monómero propeno, usando um catalisador estereoespecífico formando cadeias longas.

A sua produção comercial deu-se no ano de 1938, sendo descoberto pela primeira vez em 1839 pelo farmacêutico alemão Eduard Simon. A sua representação química é descrita pela formula: CH2CHC6H5. O resultado desta cadeia é um material anti-choque, mas que permite várias combinações produzindo-se outros com características diferentes.

Principais propriedades:

Baixo custo, elevada resistência química e a solventes, dificuldade média de moldagem, de difícil impressão, alta resistência à fractura por flexão ou fadiga, boa resistência ao impacto acima de 15 °C, boa estabilidade térmica, maior sensibilidade à luz UV e agentes de oxidação, sofrendo degradação com maior facilidade.

Processos de transformação

Extrusão - O polipropileno é usado neste processo de transformação para fabricação de filmes e chapas.

Sopro - É utilizado neste processo para fabricação de garrafas e recipientes plásticos, que é o principal mercado do sopro.

Injecção - É muito utilizado neste processo para fabricação de recipientes de armazenagem líquida, e objectos em geral, dada a sua grande transparência. Este processo permite produzir peças com uma grande precisão com tolerâncias de medidas muito pequenas. É utilizado no armazenamento de produtos alimentares.

Formas de apresentação

Filmes e Películas - Apresenta-se em filmes e películas para embalagens de diferentes usos, sendo mais utilizados na indústria alimentar, em cigarros, e quando se quer agrupar vários produtos de pequeno porte numa só embalagem, como por exemplo pastilhas e doces em geral.

Chapas - Muito usada em embalagens rígidas obtidas pelo processo de vácuo e com um grau de transparência muito bom. Como tem um peso específico menor, portanto mais leve e com uma cristalinidade bem próxima do PVC, tem vindo a conquistar o grande mercado deste tipo de embalagens, pois apresenta um produto final semelhante e mais económico que o mesmo. É autorizado a estar em contacto com produtos alimentares.

Fios e tecidos - O fio de polipropileno é muito utilizado em objectos confeccionados que devam ter uma boa resistência mecânica e sejam imunes ao efeito da água, por este motivo podemos encontrá-lo em vários tipos de sacos de cereais, forros de móveis e mantas para estabilização e reforço de solo, feitos normalmente com o fio contínuo. Já o fio descontínuo é muito usado na fabricação de utilidades domésticas e industriais, como vários tipos de escovas e vassouras. Encontra-se em diversas cores e espessuras de fios que permitem aplicá-lo desde em uma simples escova de roupa com uma textura macia, até em um vassoura de rua que resiste muito bem a este uso, graças a sua resistência à abrasão, garantindo um produto com longa vida de uso.

by Lisete_Viegas

PETG Terça-feira, 17 de Maio, 2011

O PETG é da família dos poliésteres termoplásticos, quimicamente conhecido como polietileno tereftalo glicol. É um plástico que pode ser utilizado nos mais diversos projectos.

A sua transparência equivale ao policarbonato, porém o seu custo é inferior, e a sua resistência a impactos é maior que a do acrílico. Tem óptimas propriedades ópticas, superfície brilhante, oferece resultados excepcionais a temperaturas baixas, tem excelente resistência química, propriedades de redução ao ruído, excelente flexibilidade, está aprovado para contacto com produtos alimentares, tem um elevado grau de retardamento ao fogo, é reciclável reduz quebras e substituições, tornando o PETG um produto de baixo custo, prático e de grande diversidade de uso e aplicações.

As placas de PETG podem ser curvadas/dobradas a frio/quente, polidas a chama, polidas a diamante, impressas, soldadas, cortadas a laser, estampadas a quente, quinadas, coladas, termoformadas e torneadas.

Pelas suas características físico-químicas, as chapas de PETG são uma excelente opção para a produção de: expositores, paragens de autocarro, protecção/coberturas de máquinas, indústria alimentar, aplicações médicas, máscaras protectoras e moldes.

As chapas de PETG, com tratamento com UV, oferecem resistência aos raios ultravioleta proporcionando resistência às intempéries por mais tempo, sendo ideais para projectos de utilização externa, em substituição ao vidro.

Uma desvantagem deste material é que apenas se encontra disponível, em Portugal em cristal e opalino.

by Lisete_Viegas

PVC Quinta-feira, 17 de Março, 2011

O seu nome: Policloreto de Vinilo (PVC). É um material plástico sólido que se apresenta na sua forma original, como um pó de cor branca. Fabrica-se por polimerização do monómero de cloreto de vinilo (VCM) que, por sua vez, é obtido do sal (57%) e do petróleo (43%). Foi patenteado como fibra sintética há mais de oitenta anos e em 1931 começou a sua comercialização.

O consumo mundial é actualmente cerca de 30 milhões de toneladas anuais, das quais 25% são utilizadas na Europa Ocidental, o que o torna um dos plásticos com maior procura.

O PVC é leve, quimicamente inerte e completamente inócuo. Resiste ao fogo e às intempéries, é impermeável e isolante (térmico, eléctrico e acústico), de elevada transparência, protege os alimentos, é económico (relação qualidade/preço), fácil de transformar (por extrusão, injecção, moldação-sopro, calandragem, termo-moldação, prensagem, recobrimento e moldagem de pastas), e é reciclável.

Utiliza-se principalmente em aplicações de longa duração:

- Longa duração - 64%:

Tubos, janelas, portas, móveis, etc. A sua vida útil varia entre os 15 e os 100 anos

- Média duração - 24%:

Electrodomésticos, automóvel, tapeçarias, mangueiras, brinquedos, etc. A sua vida útil varia entre 2 e 15 anos.

- Curta duração - 12%:

Garrafas, boiões, filmes para embalagens, blisters. A sua vida útil varia entre 0 e 2 anos.

As características especiais do PVC permitem-lhe ser formulado com diversos aditivos, dando origem a compostos destinados ao fabrico de produtos rígidos ou flexíveis, transparentes ou opacos, compactos ou espumas. Os aditivos que se utilizam tanto no fabrico do PVC como dos seus compostos estão sanitariamente autorizados e cumprem as prescrições exigidas pelas legislações portuguesas e comunitária. A inocuidade do PVC, referenciada pela experiência de mais de cinquenta anos, torna-o um material óptimo para aplicações médicas, sanitárias e alimentares que requerem um alto rigor de pureza e qualidade.

by Lisete_Viegas

ACRÍLICO Quinta-feira, 10 de Fevereiro, 2011

lisete1O Acrílico ou polimetil-metacrilato (PMMA) é um material termoplástico rigido e incolor também pode ser considerado um dos polímeros (plásticos) mais modernos e com maior qualidade do mercado, pela sua facilidade de adquirir formas e cores, pela sua leveza e alta resistência. É também chamado vidro acrílico.
Foi desenvolvido em 1928 em vários laboratórios, surgiu no mercado em 1933 através da empresa alemã Rohm and Haas (GmbH&Co.KG).
Um dos factos que contribuiu para a popularização do acrílico é por ele ser um polímero do tipo termoplástico, com reciclagem viável em termos económicos.

Características do Acrílico
As chapas de acrílico destacam-se entre outros materiais graças às suas qualidades e propriedades excepcionais, responsáveis pela ampla variedade de aplicações - desde materiais de construção até artigos domésticos, displays, luminosos, fachadas e outros.
 
Propriedades
- transparência: as chapas “cristais” s mais transparentes que o vidro
- resistência às intempéries sob qualquer clima
- Adsorção de água: com 2 a 100% de humidade relativa, apresenta aumento dimensional de no mimo 0,35%
- Resistência à abrasão comparável  à do alumio
- Peso: densidade relativa de 1.19 g/cm3. Uma chapa de 2 m2 com 3 mm de espessura pesa aproximadamente 7, 26 kg;
- Higiene: segurança total quando em contacto com alimentos;
- Resistência química: boa aos produtos químicos mais comuns
- Quebra: boa resistência, sem tendência à fragmentação
- Queima: semelhante  à madeira dura, mas sem produzir fuma.

Características
- Cristalino, transparente, atingindo 92% de transmissão de luz;
- Duro, rígido e resistente;
- Excelente resistência à radiação UV e às intempéries;
- Boa resistência química;
- Excelente moldabilidade na termoformagem;
- Limitada resistência a solventes;
- Baixa resistência à fadiga;
- Inflamável, porém com baixa emissão de fumaça quando queimado;
- Baixa resistência a álcool;
- Baixa resistência a abrasão, porém quando riscado é plenamente recuperado por polimento;
– Atóxico: segurança total quando em contato com alimentos;
-  Boa resistência à quebra, sem tendência à fragmentação;
-  Absorção de água: Retém cerca de 2% de humidade e com essa absorção existe um aumento dimensional de no máximo 0,35%;

by Lisete_Viegas

POLIESTIRENO Segunda-feira, 10 de Janeiro, 2011

liseteO  poliestireno é um homopolímero resultante da polimerização do monômero de estireno.
   À temperatura ambiente, o poliestireno apresenta-se no estado sólido. Trata-se de uma resina do grupo dos termoplásticos, cuja principal característica reside na sua fácil flexibilidade ou moldabilidade sob a acção do calor. Os processos de moldagem do poliestireno são principalmente a termoformagem a vácuo e a extrusão. Sob a acção do calor, a resina toma a forma líquida ou pastosa, moldando-se com facilidade em torno de um molde. Com o arrefecimento após a moldagem, o produto readquire o estado sólido, na forma dos moldes.
   É um termoplástico duro e quebradiço com transparência cristalina, semelhante ao vidro, e foi descoberto acidentalmente em 1839 por Eduard Simon, um apotecário em Berlim, a partir de uma resina de âmbar destilada.
   Existe, também, um processo específico de polimerização do estireno, que emprega um gás de expansão - normalmente, o pentano - gerando o poliestireno expandido, conhecido conhecido mundialmente pela marca Isopor ® e em Portugal com o nome de esferovite.
As suas principais características são:
   Fácil processamento por moldagem a quente, fácil coloração, baixo custo, semelhante ao vidro, elevada resistência a álcalis e ácidos, baixa densidade e absorção de humidade e baixa resistência a solventes orgânicos, calor e intempéries.
   Existem quatro tipos básicos de poliestireno:
   PS Cristal: homopolímero amorfo, duro, com brilho e elevado índice de refração. Pode receber aditivos lubrificantes para facilitar processamento. Usado em artigos de baixo custo, notadamente peças descartáveis tais como copos.
   PS resistente ao calor: maior P.M., o que torna seu processamento mais difícil. Variante ideal para confecção de peças de máquinas ou automóveis, gabinetes de rádios e TV, etc.
   PS alto impacto: contém de 5 a 10% de elastômero (borracha), que é incorporado através de mistura mecânica ou directamente no processo de polimerização através de enxerto na cadeia polimérica. Muito usado na fabricação de utensílios domésticos (gavetas de congeladores) e brinquedos.
   PS Expandido: espuma semi-rígida com marca comercial Isopor®. O plástico é polimerizado na presença do agente expansor ou então o mesmo pode ser absorvido posteriormente. Baixa densidade e bom isolamento térmico. Aplicações: bandejas para embalagem,  protetor de equipamentos, isolantes térmicos, pranchas para flutuação, etc.
  
   Actualmente, é um dos termoplásticos mais consumido sendo utilizado em processos de moldagem por injeção, sopro, termoformação, laminados, modificados com cargas minerais e fibras de vidro adquirindo característica de plásticos de engenharia.

by Lisete_Viegas

NOÇÕES BÁSICAS DE HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Sexta-feira, 15 de Outubro, 2010

lisete1Actualmente em Portugal existe legislação que permite uma protecção eficaz de quem integra actividades industriais, ou outras.
A sua aplicação deve ser vista como o melhor meio de beneficiar simultaneamente as Empresas e os Trabalhadores na salvaguarda dos aspectos relacionados com as condições ambientais e de segurança de cada posto de trabalho.
A higiene e a segurança são duas actividades que estão relacionadas com o objectivo de garantir condições de trabalho capazes de manter um nível de saúde dos colaboradores e trabalhadores de uma Empresa .
A higiene do trabalho propõe-se combater as doenças profissionais, identificando os factores que podem afectar o ambiente do trabalho e o trabalhador, visando eliminar ou reduzir os riscos profissionais .
A segurança do trabalho propõe-se combater os acidentes de trabalho, quer eliminando as condições inseguras do ambiente, quer educando os trabalhadores a utilizarem medidas preventivas.
DEFINIÇÕES
- Acidentes de trabalho, os acidentes, em geral, são o resultado de uma combinação de factores, entre os quais se destacam as humanas e materiais. Os acidentes não escolhem hora nem lugar e grande parte deles ocorre porque os trabalhadores se encontram mal preparados para enfrentar certos riscos.
- O que diz a lei ?. “Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho, permanente ou temporária…”
- Lesão corporal é qualquer dano produzido no corpo humano, seja ele leve, como, por exemplo, um corte no dedo, ou grave, como a perda de um membro.
- Perturbação funcional é o prejuízo do funcionamento de qualquer órgão ou sentido. Por exemplo, a perda da visão, provocada por uma pancada na cabeça, caracteriza uma perturbação funcional.
- Doenças profissionais são aquelas que são adquiridas na sequência do exercício do trabalho em si.
- Doenças do trabalho são aquelas decorrentes das condições especiais em que o trabalho é realizado. Tanto as doenças profissionais, como do trabalho são consideradas como acidentes do trabalho, quando delas decorrer a incapacidade para o trabalho.
- A incapacidade temporária é a perda da capacidade para o trabalho por um período limitado de tempo, após o qual o trabalhador retorna às suas actividades normais.
- A incapacidade parcial e permanente é a diminuição, por toda vida, da capacidade física total para o trabalho. É o que acontece, por exemplo, quando ocorre a perda de um dedo ou de uma vista.
- Incapacidade total e permanente é a invalidez incurável para o trabalho.

by Lisete_Viegas

O que é certificação da Qualidade? Quarta-feira, 15 de Setembro, 2010

liseteCertificar consiste em demonstrar a conformidade das características de um produto, serviço ou sistema face a um documento de referência preciso que estabeleça e quantifique os parâmetros que devem ser verificados.
O processo de certificação de uma empresa consiste na concepção, criação, implementação e certificação de um Sistema da Qualidade, conforme a um Modelo de Garantia da Qualidade adequado. A certificação de Sistemas de Garantia da Qualidade inicia-se com a identificação dos processos operativos que caracterizam a(s) actividade(s) da empresa e que são objecto de procedimentos escritos, consistindo em demonstrar a sua conformidade com uma das normas de garantia da qualidade
A empresa tem que organizar e preparar uma série de documentos e procedimentos escritos associados à implementação do seu sistema da qualidade, que integrarão um dossier final que se destina a ser apreciado por um dos organismos acreditados pelo IPQ para certificar Sistemas de Garantia da Qualidade. Ou seja, aqueles procedimentos serão controlados através de uma auditoria, tendo como objectivo final a obtenção do certificado de conformidade. Este processo não é imediato, pode demorar dois anos.

by Lisete_Viegas

Funções e Documentos Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

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 1. Função Estudos e Documentos Técnicos

Para que uma empresa consiga um bom desempenho deve manter um esforço de inovação permanente. Sob pressão dos clientes e da concorrência, os produtos possuem uma vida cada vez mais curta. Deve haver o cuidado permanente de estudar cada produto e o seu ciclo de vida, bem como cada um dos seus elementos numa óptica de funcionalidade, fiabilidade e de manutenção fácil. A concepção de um produto não pode ser feita no segredo do gabinete de estudos sem a colaboração das outras áreas funcionais da empresa. A colaboração far-se-á com o marketing, a fim de dar respostas às expectativas dos clientes, e com os serviços técnicos e de produção, para as técnicas específicas com o objectivo principal de conceber rapidamente produtos fáceis de fabricar.

 a) Documentos Iniciais
O documento tipo é o caderno de encargos, que explicita as funções e características técnicas do produto a conceber. Permite especificar as condições de utilização e as quantidades a fabricar.

b) Documentos finais
O desenho de conjunto define o produto desenhado tal como se apresentará perante o cliente com uma nomenclatura dos componentes de base do produto.

O plano de detalhe ou desenho de definição explicita todos os dados necessários à execução de uma peça ou parte de um conjunto. Contém todas as especificações geométricas, do estado de superfície e constitui um anexo ao plano de conjunto.

A nomenclatura do gabinete de estudos define cada elemento constituinte do produto, identificado e descrito de forma sumária.

Os artigos constituindo o conjunto do produto devem ser identificados. Pode tratar-se de artigos já existentes, possuidores de um código ou de artigos novos para os quais é necessário criar um código.

 2. Função Métodos
A função métodos tem por finalidade permitir passar de um plano ou de uma ideia a um ou mesmo milhares de produtos. Trata-se da fase de industrialização. Deve explicitar a maneira de realizar aquele objectivo limitando a dispersão entre dois produtos. Para além dos seus objectivos técnicos e económicos, a função métodos tem objectivos de carácter social tal como a concepção dos processos e dos postos de trabalho, particularmente no que respeita à sua ergonomia.

No curto prazo, a função métodos efectua a preparação técnica do trabalho de produção: definição e actualização das gamas, desenhos e estudo das peças e ferramentas necessárias, actualização dos ficheiros de ferramentas, máquinas, custos por posto de trabalho. A médio prazo, o seu papel compreende a melhoria dos processos, a simplicidade dos produtos e a sua fabricação, a melhoria dos postos de trabalho e da sua implantação. A longo prazo, a fim de conservar ou obter vantagens sobre a concorrência, será levada a definir os meios necessários à realização dos novos produtos, a trazer inovações aos processos existentes e a avaliar o volume de investimentos necessários.

 a) Documentos iniciais
Para realizar a sua tarefa a função Métodos utiliza os documentos produzidos pela função Estudos (planos/desenhos, nomenclaturas, artigos), os dados tecnológicos existentes, particularmente em matéria de meios de produção e os processos conhecidos.

 b) Documentos Finais
A função Métodos elabora as gamas. A gama define a sucessão das operações a efectuar. Trata-se de uma sequência ordenada das diferentes fases de um processo. Uma gama pode ser definida para todo o tipo de operações (fabricação, maquinagem, montagem, controlo e mesmo movimentação para as peças difíceis de transportar). 

3. Documentos elaborados pela gestão da produção
O dossier de fabricação acompanha os produtos ao longo da sua movimentação na oficina. A ficha de trabalho (folha de obra) descreve as tarefas a realizar num determinado posto. Reproduz o teor e o modo operatório da fase considerada da gama. Serve para o acompanhamento técnico (retorno de informação) e administrativo (contabilidade analítica).

A ficha de acompanhamento acompanha as peças de um lote em fabrico recapitulando o histórico da realização das peças e contém um relato da execução das diferentes fases.

A requisição de saída de armazém permite obter os materiais e os componentes necessários à produção indicando a qualidade e as quantidade a entregar no armazém.

Elaborado com base em “Gestão da produção” - A. Courtois, M. Pillet, C. Martin

by Lisete_Viegas

FUNÇÕES, DOCUMENTOS E DADOS TÉCNICOS DA GESTÃO DA PRODUÇÃO Terça-feira, 15 de Setembro, 2009

 O controlo do fluxo físico, objectivo da gestão da produção, só pode ser conseguido através do controlo do fluxo de informação. A gestão da produção é uma função da empresa em constante comunicação com todas as restantes. Esta comunicação estabelece-se através de relações directas entre as pessoas mas também através de informações e de documentos que suportam dados técnicos.

Os dados técnicos necessários para gerir a produção são de vários tipos:

- dados relativos à descrição do produto e seus componentes, modo de fabricação, os recursos humanos e materiais internos ou externos à empresa (clientes, fornecedores);

- dados necessários ao controlo da actividade de produção, conduzindo aos lançamentos em fabrico, às encomendas a fornecedores, etc. Estes dados evoluem permanentemente de acordo com a actividade da empresa;

- dados resultantes da actividade passada. Podemos assim controlar e analisar esta actividade e afinar os dados armazenados

 Todos estes dados técnicos são fundamentais porque constituem o “Know How” e a memória da empresa. Mesmo uma muito pequena empresa possui dados técnicos, eventualmente não formalizados, e que estão inscritos em cadernos ou na cabeça do patrão e do pessoal.

Se seguirmos cronologicamente a história dum produto encontramos as seguintes funções:

- função Estudos - cuja finalidade é a de conceber produtos novos e melhorar os existentes com vista à sua produção pela empresa;

- função Métodos - que vai permitir a industrialização e se encontra entre a concepção e a realização de produtos;

- função Produção - cujo objectivo é o de fabricar e montar os produtos que a empresa venderá posteriormente;

- função Comercial - que está encarregada da venda dos produtos e da sua distribuição assim como dos aspectos relacionados com o marketing e a previsão de vendas.

Nos próximos artigos serão descritas ao pormenor todas as funções referidas.

Métodos de gestão de projectos - MÉTODO DE PERT Terça-feira, 14 de Julho, 2009
lisetepor Lisete Viegas

O método de PERT é sinónimo de gestão de projectos importantes e de longo prazo. Este método prende-se sobretudo com o evidenciar das ligações existentes entre as diferentes tarefas de um projecto e a definição do caminho crítico. Consideramos caminho crítico o conjunto de operações / tarefas em que não podem ocorrer atrasos.
 Tal como no método de Gantt é necessário definir:
 - o projecto a realizar;
 - as diferentes operações / tarefas a realizar;
 - as durações de cada uma das operações/ tarefas
 - as ligações entre cada uma das operações / tarefas.
 No gráfico de PERT, as etapas de um projecto são representadas por círculos e as operações ou tarefas são representadas por setas. Um PERT possui um único ponto de partida e de chegada. Duas tarefas A e B que se sucedem são representadas por duas setas seguidas uma da outra (exemplo A).

esqa

 Duas tarefas/operações simultâneas são representadas da seguinte forma (exemplo B)

esqb

Duas tarefas A e B convergentes são representadas deste modo (exemplo C)
esqcPor vezes é necessário criar tarefas fictícias X de duração nula, tal como mostra o exemplo Desqd

No exemplo anterior verificamos que A e B são simultâneas, C e D são convergentes, A antecede C, B antecede D, e A antecede D. É por esta última condição que se torna necessário criar a tarefa fictícia de duração nula (X).

 No próximo artigo/mês irei demonstrar com um exemplo concreto o Método de PERT, utilizando o método dos níveis para desenvolver o gráfico de PERT.

Métodos de gestão de projectos (continuação) Segunda-feira, 15 de Junho, 2009

lisete

por Lisete Viegas

MÉTODO DE GANTT

O método de Gantt é um método bastante antigo e consiste em determinar a melhor maneira de posicionar as diferentes tarefas de um projecto a executar num determinado período de tempo, em função de:

  • duração de cada uma das tarefas
  • relação de precedências entre as diferentes tarefas
  • prazos a respeitar
  • capacidades disponíveis.

Apresentação da técnica Gantt
É necessário começar-se por:

  • definir o projecto a realizar;
  • definir as diferentes operações / tarefas a realizar;
  • definir as durações de cada uma das operações/ tarefas;
  • definir as ligações entre cada uma das operações / tarefas.

Vou exemplificar com um caso bastante simples:
Tarefas a realizar:
A - duração de 3 dias
B – duração de 6 dias
C – duração de 4 dias
D – duração de 7 dias
E – duração de 5 dias
Ligações entre as várias operações:
B e D realizadas depois de A
C realizada depois de B
E realizada depois de D
O diagrama de Gantt apresenta-se sob forma de um gráfico de barras, onde cada coluna corresponde a 1 dia e cada linha a uma operação a realizar. Para o exemplo em análise o diagrama representa-se da seguinte forma:

metodogantt

Para fazer a gestão das prioridades num Gantt, existem diferentes possibilidades de definir as ligações entre as diferentes tarefas:

  • Prioridade à fabricação do produto com a data de entrega mais cedo;
  • Primeira encomenda confirmada, primeira encomenda executada;
  • Prioridade à operação/ tarefa cuja duração é a mais curta;
  • Prioridade à tarefa que tem a folga mais pequena (folga = o tempo que resta até à entrega / tempo total de finalização do projecto).
  • Prioridade à tarefa que tem o rácio critico mais fraco (rácio critico= tempo que resta até à entrega/somatório dos tempos das operações que falta realizar)

  O diagrama de Gantt, permite visualizar a evolução de um projecto e determinar a sua duração global. Podemos evidenciar as folgas existentes em determinadas tarefas, sendo estas os elementos de flexibilidade que permitem à empresa perder algum tempo sem consequências. O diagrama de Gantt clássico consiste em representar as operações iniciando-as o mais cedo possível – escalonamento de datas mais cedo. Com as preocupações do just-in-time, cada vez mais a tendência é para iniciar as operações o mais tarde possível, respeitando o definido pelo cliente, e procedendo-se desta forma a um escalonamento de datas mais tarde. Outra alternativa para encurtar prazos, é a técnica da sobreposição que consiste em fazer iniciar uma operação antes que a precedente esteja terminada. Com esta técnica reduzimos o tempo global do projecto.
  O principal interesse do Gantt é a sua simplicidade de construção, de apresentação e de compreensão. Trata-se de uma ferramenta que permite visualizar a solução para um problema, tomando em consideração as limitações modernas do just-in-time através da sobreposição de tarefas e do escalonamento de datas mais tarde. Muitos dos softwares modernos integram a técnica gantt. A sua utilização apenas se torna difícil quando o número de tarefas ou postos de trabalho é elevado.

Métodos de gestão de projectos Quarta-feira, 13 de Maio, 2009
lisete1por Lisete Viegas

1. Gerir um projecto, significa programar as diferentes tarefas que vão permitir levá-lo a bom termo. Uma equipa de projecto, é constituida desde o ínicio do projecto, acompanha-o até à sua conclusão e inclui pessoas da área comercial, do gabinete de estudos, dos métodos, da fabricação, da gestão da produção e da qualidade. Para organizar e gerir as diferentes fases, torna-se necessário recorrer a diferentes métodos. Iremos falar do método de Gantt e PERT.

1. a) Funções da gestão de projectos
   São 3 as funções principais:
 –Planeamento das diferentes operações a realizar num determinado periodo de tempo e dos meios materiais e humanos a realizar o projecto;
 –Execução das diferentes operações pré-definidas e respectivo acompanhamento;
 –Controlo por comparação entre o planeado e o realizado, identificação e análise dos desvios podendo, ou não, ser necessário efectuar modificações na forma de realização do projecto.

Para assegurar correctamente a realização destas funções é necessário:
 –Definir de forma bem precisa o projecto;
 –Definir um responsável do projecto ao qual será comunicada toda a informação da evolução do mesmo e que deverá tomar as decisões importantes;
 –Analisar o projecto por grandes grupos de operações a realizar, para ter uma ideia precisa do planeado e de todas as ramificações do projecto;
 –Detalhar os diferentes grupos de operações e precisar a sua sequência e a sua duração;
 –Avaliar os custos correspondentes, o que pode vir a pôr em causa alguns elementos do projecto, que poderão vir a ser modificados;
 –Realizar os controlos periódicos para verificar se o sistema não sofre desvios, tomando medidas correctivas caso tal venha a acontecer.

1. b) Objectivos da gestão de projectos
Para cada projecto é necessário definir o melhor programa de utilização dos meios de fabricação, de forma a satisfazer as necessidades do cliente, tendo em conta um certo número de factores aos quais a empresa está submetida no quadro da sua política de produção, tais como:
 –minimização de todos os tipos de stocks;
 –minimização dos custos;
 –diminuição dos prazos de fabricação;
 –quantidade de produtos,
 –plena utilização dos recursos.

2. Método de Gantt
Trata-se de um método bastante antigo e consiste em determinar a melhor maneira de posicionar as diferentes tarefas de um projecto a executar num determinado período de tempo, em função de:
 –duração de cada uma das tarefas
 –relação de precedências entre as diferentes tarefas
 –prazos a respeitar
 –capacidades disponíveis.

3. Método de PERT
Este método foi desenvolvido sob impulso da marinha norte-americana e posteriormente extendido à indústria. É sinónimo de gestão de projectos importantes e de longo prazo. O método de PERT prende-se sobretudo com o evidenciar das ligações existentes entre as diferentes tarefas de um projecto e a definição do caminho crítico, constituído pelo conjunto de operações/tarefas em que não podem ocorrer atrasos, sob pena de tal contribuir para a modificação da duração do projecto. Tal como no método de Gant é necessário definir:
 –o projecto a realizar;
 –as diferentes tarefas e os seus respectivos responsáveis;
 –as respectivas durações;
 –as ligações entre as diferentes operações/ tarefas.

(No próximo mês irei apresentar o método de Gantt)

Previsão da procura Terça-feira, 21 de Abril, 2009
lisete
por Lisete Viegas

O ideal para uma empresa seria produzir os produtos que os clientes vão de facto comprar, no entanto, nem sempre essa situação acontece. A fim de se tomarem decisões relativas ao seu bom funcionamento e longevidade, todas as empresas, devem-se apoiar num sistema de previsão fiável, cujo sistema deverá ser de curto, médio, ou longo prazo, de acordo com o tipo de decisões a tomar.
 a) Objectivos da previsão da procura
 As previsões a longo prazo, superiores a 3 anos, têm um papel a nível estratégico da empresa (diversificação, novos produtos, investimento de equipamentos).
 A médio prazo, entre 6 meses a 2 anos, as previsões permitiram definir e ajustar as capacidades globais de produção e de aprovisionamento.
 A curto prazo, até 6 meses, servirão apenas para a actividade operacional de produção (aprovisionamento e gestão de stocks, planeamento). Quanto mais as previsões são de curto prazo, maior a sua fiabilidade.
 As previsões constituem o ponto de partida para o planeamento. Toda a actividade baseia-se em encomendas firmes e previsões de encomendas. O objectivo destas previsões é, para a empresa, o de definir o que será necessário produzir e quando.
  b) Elementos de escolha
 Em toda e qualquer abordagem das previsões, a escolha do método exige que se coloque a seguinte questão fundamental: qual o objectivo das previsões? O método escolhido dependerá de vários factores, se a previsão é a longo prazo, para que se definam as opções estratégicas da empresa ou se a médio ou curto prazo para fazer o controlo operacional.
 Os elementos necessários à escolha de um método de previsão, dependem de vários factores, tais como:
 - dados históricos disponíveis
 - precisão pretendida para as previsões
 - custo aceitável da elaboração das previsões
 - tempo disponível para a obtenção das previsões
 Uma previsão é por natureza imprecisa.
  c) Fontes de informação
 As fontes de informação correspondem às duas famílias de métodos de previsões: as baseadas em dados históricos tratados, para se poder fazer uma projecção para o futuro, e as puramente preditivas feitas por especialistas solicitados para o efeito.
 d) Tipologias da procura
 As características da procura classificam-se:
 1 - procura constante – quando oscilam estatisticamente em torno de um valor médio constante no tempo.
 2 – procura tendencial – se existe oscilação em torno de um valor  crescente ou decrescente no tempo.
 3 – procura sazonal – se apresenta variações claramente importantes, para cima ou para baixo, de uma forma periódica.
 4 – procura sazonal com tendência – se os picos e os baixos ocorrem em torno de uma recta não horizontal.

 
 
 
 
 
 

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