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JULHO 2011

jose-fialho-ferro_lt0101Neste mês de Julho, começamos a nossa crónica com muito atraso, o que origina a impressão do nosso Boletim já com o mês quase passado. Todavia, como diz o Povo na sua sapiência, vale mais tarde que nunca.
   Assim cá estamos nós.
   Em Julho houve algumas efemérides que deviam ser registadas
   No dia 1 de 1867 foi abolida em Portugal a pena de morte e no ano de 1906 foi fundado o meu estimado Sporting Clube de Portugal.
   Dia 7 de 1923 morreu Guerra Junqueiro
   Dia 9 de 2000 Portugal tornou-se campeão europeu de florete.
   Dia 11 de 1822 foi votada a primeira lei eleitoral do voto secreto e directo.
   Dia 13 de 1958 D. António Ferreira Gomes, então Bispo do Porto escreveu uma carta aberta a Salazar, o que o levou ao exílio.
   Dia 15 de 1912 morre de insulação na maratona dos jogos olímpicos de Estocolmo o atleta português Francisco Lázaro.
   Dia 19 de 1934 nasceu Francisco Sá Carneiro.
   Dia 26 é o dia Nacional dos Avós
   Dia 27 de 1970 morreu António de Oliveira Salazar
   Dia 31 de 1498 Cristóvão Colombo descobriu a ilha da Trindade, nas Americas.
   Estas foram algumas das muitas  efemérides do mês de Julho de diversos anos, mas muitas outras dignas de registo também aconteceram,
   Por exemplo, o bombardeio diário da, Troika para aqui troika para ali, que é uma belíssima forma, quais ministros da intoxicação mental que Hitler mandava praticar, para servir de pretexto para continuar o massacre da guerra mundial. Agora, os mesmos, mas num outro tempo e contexto
trazem-os a mesma destruição, não pelo poder das armas, mas pelo poder económico e financeiros.  Outras inteligências, as mesmas maldades. A destruição da natureza humana com o aumento da fome, que já existe em Portugal, da instabilidade social, desemprego, desespero, que racionalmente leva á perda de dignidade e respeito pelo próximo e ainda pior, por nós próprios. Estes crânios iluminados em proveito próprio, que usam e abusam falando em nome de um povo, dizendo-se autorizados pelo direito ou legitimidade do voto, esquecendo-se que ninguém consegue enganar todos durante todo o tempo. È altura de dizer basta e pressionar, de forma pacifica, mas com a força que a razão nos dá, a alteração do actual sistema,por gasto, desactualizado e economicamente prejudicial.
   Só se poderá sentir autorizado a falar em nome de alguém, quando pelo mesmo for autorizado, isto é, quando os candidatos a cargos dirigentes e publico/políticos, se apresentarem em nome uni pessoal, ou  integrantes ou representantes de partidos ou movimentos políticos, mas em votações directas. Assim sim, o fulano ou beltrano em que eu votei, pode-me representar e falar em meu nome. Depois, reduzir a metade o numero de deputados e comissões que se auto nomeia em função dos seus interesses, levava a uma poupança de cerca de 100 milhões de euros anuais. Veja-se o orçamento e ajustes suplementares do orçamento da Assembleia da Republica de Portugal. Daqui viria o exemplo de sacrifícios que são exigidos e não praticados por quem devia mas não quer,por falta de coragem e vontade de fazer o melhor por um POVO e um País.
   Não é necessário ser catedrático para saber como se poupa sem trazer desgraças. Só é preciso querer e ter vontade e firmeza. Enfrentar os interesses instalados sem ter medo de desapear os “cavaleiros”.
   Lanço uma pergunta e um desafio aos tais Senhores.
   Quais de entre vós, iniciou e desenvolveu uma empresa sem capitais próprios, mas com a riqueza do seu querer e saber(grande capital) ?.
   Quais de entre vós foram convidados para administradores de empresas e ou instituições por reconhecimento de competências demonstradas no trabalho desenvolvido?.
   E não por “cunhas” ou conveniências de interesses politico/partidários/empresariais?
   Quais os que não ocuparam os cargos que não tivessem  antes ou depois, de prestar vassalagem a quem lhes arranjou a reformasita ou subsidio de integração pelos” altos trabalhos prestados à Nação” ?.
   Mas atenção, o que escrevo não é traição nem tão pouco anti-regime. È sim o reconhecer
que o sistema se tem aproveitado de maneira canalha, do regime que se quer continue democratico.
   Adeus Julho, que o Agosto está a bater à porta.

by José _Ferro

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