Sexta-Feira, 15 de Dezembro de 2017
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Arquivo do mês de Outubro, 2009

Camarões salteados com molho de iogurte Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

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Ingredientes:
Para 4 pessoas
600 g de camarões descascados calibre 20/30
sal
3 a 4 colheres de sopa de óleo Vaqueiro
2 colheres de sopa de whisky
1 limão
raiz de gengibre
1 malagueta verde fresca
1 colher de café de cominhos
8 a 10 folhas de hortelã 
1 iogurte natural açúcarado
40 g de Vaqueiro Alho
2 pepinos
150 g de tomate aperitivo
coentros

Preparação:
Tempere os camarões com sal. Junte o óleo Vaqueiro, o whisky e regue com o sumo de meio limão. 
Pele a raiz de gengibre, rale-a e esprema o suco para dentro do copo da varinha mágica. Lave a malagueta,  abra-a ao meio, limpe-a de sementes, corte em pedaços e junte ao gengibre. Adicione os cominhos, as folhas de hortelã e o iogurte natural. Tempere com sal e triture tudo com a varinha mágica.
Derreta a Vaqueiro Alho numa frigideira larga e, quando estiver quente, introduza os camarões e deixe fritar, mexendo de vez em quando. Regue com a marinada e o sumo da outra metade do limão. Entretanto lave os pepinos e o tomate aperitivo. Corte os pepinos em dados e o tomate ao meio. Misture tudo e disponha num prato de serviço fundo. Por cima deite os camarões e regue com o molho de iogurte. Salpique com folhas de coentros e acompanhe com arroz solto

Prémio Nobel Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

joanaO Nobel é um prémio internacional entregue anualmente às pessoas que mais se distinguiram na área da Química, da Física, da Medicina, da Literatura e da Paz Mundial.
Foi entregue pela primeira vez em 1901, quando finalmente se pôs em prática aquilo que era pedido pelo químico sueco Alfred Nobel no seu testamento.
E em que consiste o prémio?
Para além de ser uma enorme honra para quem o recebe, o prémio consiste numa enorme quantidade de dinheiro.
Esse dinheiro provém dos lucros que a enorme fortuna de Alfred Nobel ainda dá e que é gerida pela Fundação Nobel. Todos os anos dividem esse dinheiro em cinco partes e distribuem-no pelos vencedores do prémio.
Os vencedores dos primeiros quatro prémios são escolhidos por especialistas suecos em cada uma das áreas.
Por seu turno, o mais conhecido, o Prémio Nobel da Paz, é atribuído por uma comissão do parlamento norueguês.
Mas no testamento, Nobel refere que «…não se deve ter em conta a nacionalidade dos candidatos, quem deverá receber o prémio é o mais digno, independentemente se é escandinavo ou não».
Por isso qualquer pessoa no mundo o pode receber.
O primeiro Nobel da Paz foi concedido em 1901 e dividido entre duas pessoas, o suíço Henri Dunant, que fundou a Cruz Vermelha, e o francês Frédéric Passy, criador da Sociedade Francesa Para a Paz.
Cada premiado recebe uma medalha Nobel em ouro e um diploma Nobel. A importância do prémio, varia segundo as receitas da Fundação obtidas nesse ano.
Nasceu assim o Prémio Nobel, concedido todos os anos pela Real Academia de Ciências da Suécia.

by Joana_Silva

Outubro Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

jose-fialho-ferro_lt01011 Neste mês de Outubro em que chegámos ao Outono, que por sinal veio e continua bem quente, pese embora uma trovoada que se abateu sobre Torres Novas a qual fez umas “maldades”, continua praticamente tudo igual.
 Houve a normal agitação de mais uma campanha eleitoral que não trouxe praticamente alterações, pois todos ganharam.
 Ganharam os que tiveram mais votos, mas perderam, porque perderam eleitos.
 Ganharam os que tiveram menos votos, mas ganharam porque aumentaram eleitos.
 Ganharam os que não votaram pois aumentaram o número de abstenções.
 Enfim a matemática já não é o que nos ensinaram, em que ganhava quem tivesse mais.
 A palhaçada dos números que só serve para baralhar os desatentos e afastar cada vez mais o cidadão daquilo que a todos devia motivar, a participação cívica nos destinos do País e das autarquias.
 A política que devia ser uma actividade nobre e praticada por cidadãos acima de quaisquer suspeita, motivados para o serviço do bem comum, passou a ser albergue de uns quantos, que de desonestos se aproveitam da coisa que deveria ser de todos nós, e que mesmo condenados pela Justiça, que deveria ter a mão pesada para estas situações, continuam quais alarves em práticas provocatórias a aproveitarem-se da fluência de palavra e de obra de encher o olho, dando musica para continuarem nas suas vilanagens.  Alguns, já condenados, embora de pena suspensa, como se isso não fosse uma condenação e outros com processos a transitar em julgado, continuaram a concorrer e até ganharam eleições. Depois outros que falavam e defendiam a ética, silenciam e deixam andar. É por estas e outras que cada vez aumenta o desinteresse da maioria das pessoas.
 Depois marcam-se eleições para datas desaconselháveis, manifestando, assim o desconhecimento do País real. Senão vejamos se entre ir votar ou apanhar azeitona, quem teve maior participação nos meios rurais?

Que se faça um estudo sociológico destas situações e que quem decide não cometa tais disparates, que é como dizia o “Miscas”: - abre os olhos mula que a carroça vai cega.

by José_Ferro

O que é o marketing de serviços? Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

 Um serviço tem quatro características que lhe são associadas e que o ajudam a descrever:

- A intangibilidade - um serviço é intangível pois não pode ser visto, tocado, sentido, ouvido ouvido ou cheirado antes da compra. Não podemos beneficiar de um serviço e depois dizermos que já não o queremos, tem defeito.

- A inseparabilidade - os serviços não podem ser separados de quem os presta. Um serviço é sempre associado à pessoa/empresa/máquina que o presta.

- A Variabilidade - a qualidade dos serviços depende de quem os executa, quando, como e onde estão a ser implementados. Todos estes factores podem fazer com que um serviço seja considerado bom ou mau, fazendo com que a imagem da empresa seja boa ou má.

- A perecibilidade - os serviços não podem ser armazenados para venda ou uso posterior. Não há stocks de “serviços”. Os serviços são prestados num determinado momento.
As empresas bem sucedidas no mercado que praticam um “bom serviço”, funcionam segundo a cadeia de valor dos serviços. Esta cadeia de valor diz-nos que tudo remota à qualidade do serviço interno. Dos empregados contentes e produtivos, dos clientes fiéis e satisfeitos.
Consequentemente a esta prática consegue-se um serviço de maior valor, um crescimento saudável e a lucratividade.

by Andreia_Branco

Listas de Controle de Acesso (ACL) - Access Lists Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

Os administradores de rede devem encontrar uma maneira de negar o acesso não desejado à rede e, ao mesmo tempo, permitir que os utilizadores internos tenham acesso adequado aos serviços necessários. Apesar da utilidade das ferramentas de segurança, tais como senhas, equipamento de callback e dispositivos físicos de segurança, elas não possuem a flexibilidade da filtragem básica de tráfego e os controles específicos que a maioria dos administradores desejam.
Por exemplo, um administrador de rede talvez queira permitir que os usuários acedem a Internet, mas não permitir o acesso via Telnet de utilizadores externos para a LAN.
Os routers fornecem recursos básicos de filtragem com as listas de controle de acesso (ACLs) como o bloqueio de tráfego da Internet.
Uma ACL é uma lista sequencial de instruções de permissão ou de recusa que se aplica a endereços ou a protocolos das camadas superiores.
Assim fazendo parte de uma solução de segurança são utilizadas as ACLs padrão ou estendidas como meio de controle do tráfego na rede aplicadas ás interfaces do router.
As ACLs podem ser tão simples como uma única linha cuja finalidade seja permitir pacotes de um host específico ou podem ser conjuntos extremamente complexos de regras e condições que podem definir o tráfego e moldar o desempenho dos processos do router de maneira precisa.

by Alfredo_Ferro

Funções e Documentos Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

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 1. Função Estudos e Documentos Técnicos

Para que uma empresa consiga um bom desempenho deve manter um esforço de inovação permanente. Sob pressão dos clientes e da concorrência, os produtos possuem uma vida cada vez mais curta. Deve haver o cuidado permanente de estudar cada produto e o seu ciclo de vida, bem como cada um dos seus elementos numa óptica de funcionalidade, fiabilidade e de manutenção fácil. A concepção de um produto não pode ser feita no segredo do gabinete de estudos sem a colaboração das outras áreas funcionais da empresa. A colaboração far-se-á com o marketing, a fim de dar respostas às expectativas dos clientes, e com os serviços técnicos e de produção, para as técnicas específicas com o objectivo principal de conceber rapidamente produtos fáceis de fabricar.

 a) Documentos Iniciais
O documento tipo é o caderno de encargos, que explicita as funções e características técnicas do produto a conceber. Permite especificar as condições de utilização e as quantidades a fabricar.

b) Documentos finais
O desenho de conjunto define o produto desenhado tal como se apresentará perante o cliente com uma nomenclatura dos componentes de base do produto.

O plano de detalhe ou desenho de definição explicita todos os dados necessários à execução de uma peça ou parte de um conjunto. Contém todas as especificações geométricas, do estado de superfície e constitui um anexo ao plano de conjunto.

A nomenclatura do gabinete de estudos define cada elemento constituinte do produto, identificado e descrito de forma sumária.

Os artigos constituindo o conjunto do produto devem ser identificados. Pode tratar-se de artigos já existentes, possuidores de um código ou de artigos novos para os quais é necessário criar um código.

 2. Função Métodos
A função métodos tem por finalidade permitir passar de um plano ou de uma ideia a um ou mesmo milhares de produtos. Trata-se da fase de industrialização. Deve explicitar a maneira de realizar aquele objectivo limitando a dispersão entre dois produtos. Para além dos seus objectivos técnicos e económicos, a função métodos tem objectivos de carácter social tal como a concepção dos processos e dos postos de trabalho, particularmente no que respeita à sua ergonomia.

No curto prazo, a função métodos efectua a preparação técnica do trabalho de produção: definição e actualização das gamas, desenhos e estudo das peças e ferramentas necessárias, actualização dos ficheiros de ferramentas, máquinas, custos por posto de trabalho. A médio prazo, o seu papel compreende a melhoria dos processos, a simplicidade dos produtos e a sua fabricação, a melhoria dos postos de trabalho e da sua implantação. A longo prazo, a fim de conservar ou obter vantagens sobre a concorrência, será levada a definir os meios necessários à realização dos novos produtos, a trazer inovações aos processos existentes e a avaliar o volume de investimentos necessários.

 a) Documentos iniciais
Para realizar a sua tarefa a função Métodos utiliza os documentos produzidos pela função Estudos (planos/desenhos, nomenclaturas, artigos), os dados tecnológicos existentes, particularmente em matéria de meios de produção e os processos conhecidos.

 b) Documentos Finais
A função Métodos elabora as gamas. A gama define a sucessão das operações a efectuar. Trata-se de uma sequência ordenada das diferentes fases de um processo. Uma gama pode ser definida para todo o tipo de operações (fabricação, maquinagem, montagem, controlo e mesmo movimentação para as peças difíceis de transportar). 

3. Documentos elaborados pela gestão da produção
O dossier de fabricação acompanha os produtos ao longo da sua movimentação na oficina. A ficha de trabalho (folha de obra) descreve as tarefas a realizar num determinado posto. Reproduz o teor e o modo operatório da fase considerada da gama. Serve para o acompanhamento técnico (retorno de informação) e administrativo (contabilidade analítica).

A ficha de acompanhamento acompanha as peças de um lote em fabrico recapitulando o histórico da realização das peças e contém um relato da execução das diferentes fases.

A requisição de saída de armazém permite obter os materiais e os componentes necessários à produção indicando a qualidade e as quantidade a entregar no armazém.

Elaborado com base em “Gestão da produção” - A. Courtois, M. Pillet, C. Martin

by Lisete_Viegas

Artigo do Mês - Outubro Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

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Passatempo Mês Outubro Sexta-feira, 16 de Outubro, 2009

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Consulte o Regulamento: http://blog.fialhoferro.com/2008/10/31/passatempo-do-mes/

Vencedor Passatempo Mês Setembro Quarta-feira, 7 de Outubro, 2009

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Exposição Escultura em Metal Sexta-feira, 2 de Outubro, 2009

jose_coelhoQueremos parabenizar e homnagear o n/conterrâneo José Coêlho que apartir de amanhã dia 3 de Outubro, e até ao dia 6 de Novembro, irá  espôr os seus trabalhos na GALERIE ART PRESENT em Paris.

José Coelho nasceu em Árgea (Olaia) - Torres Novas. Vive em Riachos desde os 11 anos. Fez formação no Externato Paulo VI no Laranjeiro, no instituto politecnico de Santarem e na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa. Prémio Dr Gustavo Cordeiro Ramos, atribuido pela Academia Nacional de Belas Artes em 2003.

Foi disciplo do escultor e Mestre Martins Correia. Estudou desenho com ele, e manteve contacto permanente no seu artelier-oficina Casa Museu na Golgã desde a sua abertura até ao fim dos seu dias.

Participou na exposição 100 anos, 100 artistas S.N.B.A, Lisboa.

Expõe regularmente em Paris.

 
 
 
 
 
 

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