por José Fialho Ferro
Camarada e amigo Engº José Socrates:
Habituei-me de à muitos anos a admirar a sua inteligência, capacidade e querer. Todavia, creio sem ofensa, que não soube rodear-se dos melhores na prestação do desempenho de funções para as quais foram designados
Perguntar-me-á quem são! Ora bem, como dizem as pessoas do norte deste País que se quer de gente de bem. A Segurança Social de Santarém.
Porquê? Por irresponsabilidade de quem a dirige ou mais ligeiramente por incompetência
A que propósito?
Passo a contar.
Numa época que o Governo, e bem, aposta nas novas tecnologias e informática a Segurança Social de Santarém, “lançando o barro à parede” em Março de 2008 enviou cartas a empresas com ameaça de penhora de bens por dívida à Seg. Social, na maioria dos casos, inexistentes, o nosso caso especifico , que demonstramos por suporte documental que não devíamos e nunca devemos, (não sei até quando pelo estado em que as coisas estão), tendo exigido como era nosso direito e dever de cidadania, um pedido escrito de desculpa, que só passados mais ou menos dois meses nos foi enviado e depois de denuncia publicada em orgão de comunicação social.
Surpresa das surpresas, em Julho de 2009 continua pendente como divida da nossa empresa custa e juros de mora, mais imposto de selo, de processo de execução fiscal de dividas no valor de 218,52+101,21 euros referentes ao inexistente processo.
Em que é que ficamos, senhor Primeiro Ministro? É com esta gente que quer continuar a governar. É com estes, ou estas “BOYS” que quer ter a confiança nas Instituições, por parte do cidadão contribuinte e eleitor. É assim que o Pais tem confiança em quem vota?
É preciso dizer basta e denunciar publicamente, o nosso caso, pese embora sermos de à 35 anos militante do partido que V. Exa lidera e que se sente envergonhado por ter nomeados a dirigir instituições, pessoas autistas e irresponsáveis.
Sr. Primeiro Ministro, faça uma limpeza na inutilidade de algumas pessoas que o rodeiam e que só se servem a si próprias. Isto não é ser ou servir programaticamente, nem pragmaticamente, o P.S. e o Pais.
Espero devotadamente que o autismo político possa ser tratado, a bem de Portugal e dos interesses das populações.




